Anjo de Luz

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Nossos eus básicos freqüentimente abrigam simpatias e antipatias fixas que atrapalham o caminho da subisda e fluxo da emoção do amor. E aqui temos uma séria pedra de tropeço, uma vez que é desta emoção, transportada no fluxo de mana, que os Eus superiores necessitam para criar as respostas a nossas preçes. Podemos não estar cientes de que o eu básico está armazenando ódios e raivas ou ressentimentos, invejas e ciúmes, embora freqüentemente saibamos vagamente que estamos de alguma forma abrigando essas coisas.
As emoções de amor e ódio não podem existir ao mesmo tempo. Não podemos suscitar e expressar amor pelo PAI-MÃE enquanto estivermos odiando alguém ou alguma coisa. Os dois simplesmente não se misturam.
Na obra-prima de instrução HUNA, a Oração Pai Nosso, somos ensinados que devemos perdoar àqueles que nos fizeram odiá-los. somos ensinados que somente assim pode "nosso pecado" de odiar ser removido do caminho _ perdoado - a fim de que possa haver amor vibrando entre os três eus.
A fim de saber a que extensão nosso contato com o Eu Superior está bloqueado pelos ódios ocultos no eu básico, necessitamos somente pôr-nos a despertar nele a emoção de amor por todas as pessoas, todas as coisas e especialmente pelo PAI-MÃE. Se a emoção do amor é fácil de evocar relembrando a amabilideade dos objetos de amor, tudo está bem e o caminho para o Eu superior estará certamente bem aberto e limpo. Se, por outro lado, não podemos sentir amor e se descobrirmos, em vez disso, que começamos a lembrar de alguém de quem não gostamos, é uma certeza de que o eu básico está bloqueando o caminho.
Podemos ter mais que suficiente razão para odiar certas pessoas ou coisas, mas, quer razoáveis ou não, os ódios devem ser abandonádos antes que o amor possa entrar. O ódio não fere o odiado. Não faz nenhum bem ao que odeia - somente prejudica. E, como o ódio nos separa do eu Superior, cuja natureza é amar ao invés de odiar, devemos a nós próprios a renúcia ao ódio no nível do eu médio. Isso é razoavelmente fácil. A parte difícil é tirar o ódio do eu básico. Isto pode exigir seções diárias, nas quais se doutrina o eu básico e usa-se afirmações para incutir nele a percepção de que o ódio foi abandonado de uma vez por todas.
O amor, se for colocado em vibração, é mais forte que o ódio. Sendo Isto verdadeiro, podemos começar a expulsar o ódio, expressando amor, mais e mais.
Guatama, o Buda, baseou a religião que ele ensinava na necessidade de livrar-se do ódio. Disse ele: "Não há nenhuma dor como o ódio".
O mandamento "Ama a teu próximo como a ti mesmo", cessa de ter o rótulo de "não prático e idealista" ligado a ele, quando conhecemos nossa HUNA e vermos que, não importa quão odioso nosso próximo possa ser, não podemos nos permitir o ódio ativo por ele e ainda alcançar os Eus Superiores através da ponte do AMOR. Em qualquer caso, podemos amar o eu Superior do próximo mas malévolo, vendo seu PAI-MÃE observando e ansiando sobre ele - esperando com paciência infindável até que tenha aprendido a lição que todos tem que aprender, mais cedo ou mais tarde.
Corrigir o ódio poderia parecer ser algo mais digno de ser feito por causa de nossa aspiração - mas todos nós sabemos que é um ato de autopreservação, sob outra forma. Pois o ódio é um veneno mortal, física, mental e espiritualmente. Qualquer médico ou fisiologista testemunhará sobre seus efeitos no corpo e na mente, provocando incontáveis desordens originárias dele. E a partir de nosso estudo, como também do senso comum, sabemos que pode bloquear a união com o eu Superior. Neste campo, não está só.
Alguns indivíduos que chegaram ao ponto em que o Eu Superior é reconhecido, e que estão fazendo um esforço para trabalhar em união com ele, falham porque recusam-se a reconhecer alguns de seus caminhos como gananciosos, invejosos ou prejudiciais aos outros. Freqüentemente, tais peculiaridades são considerafas legítimas, por causa da competição nos negócios - ou uma ou outra desculpa. Há uma pequena estória que tornaráq isto mais claro:
Certa vez um homem bondoso e generoso empreendeu o estudo da magia e da alquimia, na esperança de encontrar alguma fórmula secreta para ajudá-lo a tornar-se rico e poderoso. À medida em que sua pesquisa prosseguia, tornava-se ele mais e mais convencido de que merecia essas bençãos e juntava a seus crescentes desejos, a aquisição de uma jovem e bela esposa, para compartilhar suas riquezas.
Descobriu, finalmente, um manuscrito abandonado no qual estava escrita uma fórmula mágica, uma simples evocação a sete deuses. O autor do manuscrito, que tinha cuidadosamente assinado seu nome, explicou que cada deus tinha imposto certas condições, que deveriam ser entendidas pelo suplicante, antes que seus pedidos pudessem ser atendidos. Como não havia outro meio de aprender essas coisas, o homem começou a fazer propostas ao guadião da porta do templo e depois a apresentar alguns pequenos donativos e foi capaz de ganhar uma audiência com o sacerdote que havia assinado seu nome no rodapé do manuscrito.
Em certa ocasião, e com um presente muito generoso, apresentou-se diante do velho sacerdote - um indivíduo bondoso, com um faiscar nos olhos. Quando explicou porque tinha vindo, o sacerdote aquiesceu gravemente. "Estou feliz por ajudá-lo", disse ele, e desenrolou o manuscrito. "Estas são as condições":
"O primeiro deus não respoderá a nenhuma prece, se for por algo tolo. O segundo não responderá a nenhuma prece que peça algo pertencente a outro, de quem deverá ser tirado pafra ser dado ao suplicante. O quarto não responderá a nenhuma prece para o suplicante que já tenha mais que sua participação de direito nas boas coisas. O quinto deus não concederá nada que não seja bem merecido e o sexto punirá o suplicante se ele pedir por seu próprio engrandecimento, gloria e ascensão ao poder".
"Espere", suplicou o homem. "Estive contando em meus dedos. Você esqueceu de me dizer sobre o terceiro deus".
"Assim fiz", disse o velho sacerdote. "O terceiro deus não responderá nenhuma prece para qualquer suplicante que pense que é melhor que outras pessoas. Ainda temos o sétimo. Se os outros seis deuses olharem para você com desaprovação, o sétimo será aquele que o tirará de diante de suas faces". O sacerdote sorriu, fechou os olhos e deitou-se, como se fosse tirar um cochilo.
O homem ansiosamente revisou o que lhe tinha sido lido. Tentou pensar em uma única coisa que tinha tencionado pedir, que não violasse as limitações estabelecidas pelas naturezas dos deuses. Finalmente levantou-se vagarosamente, curvou-se diante do sacerdote sem acordá-lo e retornou ao seu lar.
"Onde você esteve?" perguntou-lhe a mulher, enquanto retirava uma mecha de cabelo de seu rosto vermelho e voltava novamente a tirar pães assados do forno de barro. Ele parou para dar-lhe uma pacadinha amorosa e beijar suas faces gorduchas. "Estive falando com um homem sábio sobre preces e deuses, "disse-lhe," e voltei para casa para dar graças pelas minhas muitas bênçãos."
Sua boa mulher sorriu-lhe alegremente. "Vou assar um bolo de mel muito especial para a ceia," prometeu e retornou a seus pães.
Quando os kahunas instruiram seus discípulos para abster-se de fazer qualquer coisa que ferisse outrem, o mandamento era olhado como a lei básica do viver correto. Ensinavam que só havia um pecado, e que era o de FERIR ALGUÉM. Seu ditado poderia ter sido NENHUM DANO: NENHUM PECADO, se tivessem desejado expressá-lo de formaq assim sintética. Contudo, havia muitas coisas para serem ditas sobre o assunto, uma vez que havia tantos meios de "ferir". Negligenciar seus deveres para com o outro era feri-lo, fazer o outro ficar invejoso, era um ferimento - e assim a lista prosseguia.
Um grande iniciado certa vez levou o mandamento de "não ferir" às minimas palavras possíveis, fazendo-as conter também a longa lista de ítens explanatórios. Disswe ele: "Tudo aquilo que quiserdes que os homens vos façam, fazei vós também a eles." Isso foi na Palestina. Na Índia, alguns anos antes, outro grande iniciado tinha dito: "Não façais aos outros o que não queirais que façam a vós."
Estes mandamentos tinham uma coisa em comum. Era mostrar o caminho a ser seguido, a fim de abrir a senda para o Eu Superior, para contato e cooperação totais. Este era o tema em discussão quando perguntaram a Jesus como se poderia fazer para conseguir as boas coisas da vida através da oração. "Buscai primeiro o Reino dos Céus" disse ele, "e todas estas coisas vos serão acresentadas".
As palavras usadas pelos Kahunas para "reino" e "céu" - AUPUNI e LANI têm o significado literal de "um lugar onde tudo é quieto e em ordem, em um nível mais alto que o do homem físico. "Este é o Eu Superior, e as palavras descrevem não só seu estado ou condição, como também sua localização.
Se buscarmos em primeiro lugar os Eus Superiores, todas as outras boas coisas podem ser-nos dadas - mas no ato de dar não deve estar envolvido nenhum ferimento a outros. Esta é a lei no nível dos Eus Superiores, e nós, que somos que somos "estamos", eus inferiores, não podemos trangredi-la.
Um grande médico certa vez foi ao santuário de Lourdes, na Franca, onde muitas curas miraculosas tinham acontecido. Pôs-se a trabalhar, estudando cada caso disponível em que havia acontecido uma cura miraculosa e tentou encontrar em cada uma delas algo em comum com outros casos. Depois de longo tempo, chegou a uma conclusão muito curiosa e reservou tempo para escrevê-la em um longo livro. Tinha descoberto algo que quase todos os casos tinham em comum - mas somente uma coisa. era o fato de que, não importa quão doente ou deformado ou sofredores pudessem estar, os indivíduos que foram milagrosamente curados tinham vindo para rezar por alguém querido, que estava em dificuldades. dificilmente alguém que tivesse sido curado miraculosamente tinha vindo para orar por si próprio apenas.
Nesse livro, o medico não chegou a uma conclusão definida, consernente ao estranho fato que tinha descorberto, mas deixou seus leitores com uma pergunta a responder por si próprios. a questão não fora declarada em palavras, mas fora sugerida a possibilidade de que a cura instantânea podia depender da natureza interior dos curados.
Apenas podemos perguntar-nos se poderia ter sido o grande amor ao semelhante, quando trazido diante do Altar-Mor do Santuário e apresentado ao Habitante daquele Altar-Mor, que teria causado uma súbita atração do PAI-MÃE em perfeito amor. Nesse caso, poderia ter-se criado uma miraculosa condição nova para o sofredor. Esta condição seria feita primeiramente ao nível dos Eus Superiores, depois ao nível do eu médio e, por último, ao nível do eu básico, onde tecidos seriam transformados(energia violeta-esmeralda de cura) em um piscar de olhos, e tudo feito novo.
Em um antigo escrito relatou-swe que um Ser Divino havia exclamado exultante: "Olha-i! Eis que faço novas todas as coisas!" Foi um grito expressando grandioso amor. A cidade de Jerusalém foi reconstruida, simbolo da moradia dos homens, seus corpos, e neste corpo estava Deus e o cordeiro, que é a Luz - o Eu Superior. Lemos Ap. 20:4* e a seguir:
"E Deus limpará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas." "Alusão às energias de Quinta Dimensão, atual." "Era de Aquários". "Raça Cristalina Dourada"...
Os Kahunas tinham um cântico ou prece de cura, na qual uma casa, em lugar de uma cidade, simbolizava a morada dos três eus do homem. O canto narrava como o velho telhado de sapé fora removido e o novo telhado colocado, até que a casa foi transformada, transmutada em nova. Seguia-se uma descrição da alegria do dono daq casa e os amigos vindo para regogizar-se com ele e serem recepecionados com amor, festa e canções.
Sempre ao longo dos séculos, o segredo superficialmente oculto foi preservado e transmitido - o segredo de que, uma vez se estabeleça o contato com os Eus Superiores conscientimente, estando presentes a Fé crença e amor pafra atrair os três, a fim de unir os eus Pai-Mãe para a ação mútua criadora. "todas as coisas são feitas novas" e a vida do homem triplo torna-se normal - sendo, por assim dizer, prenchida de progresso, felicidade e paz.

AFIRMAÇÃO: Creio que o amor é a lei, a vida e a força atuantes no nível Pai-Mãe. Creio que, quando me apresento a eles em prece, devo esvaziar meu eu de toda emoção ou pensamento destrutivos que me empeçam de vibrar em unissono, com amor, em cada um dos três níveis - o do Eu Superior, o do eu básico, e o do meu próprio eu médio.
Afirmo que na Mãe posso encontrar um amor ainda maior e mais perdoador que a ~Mãe terrena. acredito que no Pai posso encontrar uma sabedoria, tolerância e entendimento tais que nenhum pai terreno proporcionaria. Diariamente irei ao par de Pais totalmente confiáveis com min ha oferenda de MANA e meu quadro de boas coisas desejadas.
Creio que se eu pedir por coisas ditadas por amor daqueles que me cercam, de nenhuma forma transgredirei a lei do amor, e que minhas preces serão respondidas. Acredito que o "Pai-Mãe saberá o que está prestes a acontecer no mundo que me cerca e planejará antecipadamente, quando assim eu pedir-lhe que faça, da forma mais sábia possível, para ajudr-me a trazer à realidade as melhores coisas para nosso ser tiúno.
Dou graças por todas as boas coisas que têm vindo a mim, e por todas as boas coisas que sei estarem os Eus Superiores criando para mim e que, no devido tempo, aparecerão em meu futuro. Dou graças pelo conhecimento dos Eus Superiores que estou absorvendo dia-a-dia e que fará meu eu básico aceitar aquilo em que agora creio e entrar no compasso, à medida em que prosseguimos juntos, em direção ao pleno contato e cooperação diária entre nossos três eus.

PRECE: Meu "Pai-Mãe" que habita no reino invisível de Luz, eu te invoco, honrando teu nome.
Que a perfeição de tei nível ou reino possa vir a ser plenamente refletida nos três níveis de nossa vida de três eus.
Que possas guiar-nos e dirigir-nos em tudo que esta sendo feito e possa tua vontade ou desejo sempre ser aceita como a melhor a seguir do que a minha própria ou do eu básico, junto a quem permaneço como um irmão mais veljho e guardião. Que tua vontade possa criar npara nós as boas coisas, primeiro em teu reinocelestial invisível,depois fazê-las aparecer como realidades em nosso níveis inferiores de ser.
Dá-nos a cada dia o pão nosso, pois tal é a nossa necessidade básica. Dá-nos também aqueles dons bons e perfeitos que sejam julgados adequados e que não violem a lei de não ferir, ao ser-nos concedidos.
Livra-nos dos ódios, temores e invejas invisíveis - de todas as coisas que transgridem a lei do amor. Purigica-nos enquanto tentamos purificar-nos nós próprios e enquanto fazemos o melhor para ajudar outros e para ver sobre ele seus Eus Superiores, que somente merecem nosso amor.
Teu seja este fluxo de MANA que te enviamos em uma corrente de amor ao longo do cordão invisível de conexão. Que nossa oferenda possa capacitar-te a trabalhar perfeitamente em teu nível e desempenhar teu papel gloriosamente em nossa vida tripla. Que eu nunca vacile no papel que desempenho como eu médio de nosso ser.
Termino minha prece e deixo-a à tua guarda para agir como julgares adequado. Minha prece voou. Deixa a Luz brilhar de volta a mim! Amém.

EXERCÍCIOS:
Conte as bênçaos que vc desfruta agora. Dê graças por cada uma delas. Pense nas coisas que deseja ter e pergunte se o consegui-las através da prece violaria a lei do amor e de não ferir. Decida o que vc faria da riqueza, se frosse dada a vc, e se esse uso seria para benefício de outros, tanto quanto também seu e de sua família ou seres amados.
Imagine que vc tenha orado por riqueza e tenha recebido. Aquiete-se e veja se pode sentir a atitude de seu eu básico ao pensamento de ganhar grande riqueza e usá-la sabiamente e bem. Se o seu eu básico está armazenando a convicção de que deveria "vender tudo, dar aos pobres e vir a seguir-me", é provável que algum senso de culpa seja sentido ou alguma outra indicação atrapalhando o caminho para a realização de "todas as coisas boas" que podem ser dadas, depois que vc tiver seguido a injunção "Procurai primeiro o reino de Deus...".
Pensem nas muitas coisas que podem ser dadas a vc sem serem tiradas dos outros e sem ferí-los. Mas pense no que precisa ser feito quando se tem riqueza e poder, saúde e beleza, para impedir os menos afortunados de sentir-se indevidamente invejosos. Reconte as coisas que sente que pode "levar consigo" quando deixar esse plano, determine-se a conseguir tanto desses tesouros duradores quanto possa, enquanto viver na carne.
Pense nos meios pelos quais vc pode compartilhar seu conhecimento da Huna com outros que estejam prontos para ela.
Pense também na regra de que se deve permitir a cada pessoa usar seu próprio dom de livre arbítrio - que não devemos forçar ou ultrapassar os limites daquele livre-arbítrio, a não ser que vejamos que é nosso dever, como pai ou guardião, assim proceder, ou, a não ser que seja para o bem da comunidade que vc ajuda no combate ao crime.
Planeje remover o cisco de seu olho primeiro, depois ajudar a outrem a removê-lo dos olhos dele - mas somente se ele quiser ser ajudado.
AGUARDE que o CONHECIMENTO interior do Eu Superior venha a vc no devido tempo. Regozije-se pelo fato de que vc está no seu caminho e que todas as coisas boas e perfeitas estarão esperando por vc, quando estiver pronto e tiver feito pacientemente sua parte para trazé-las à ealização neste plano.

TRABALHE para livrar-se do mal que vc próprio cometeu no passado e para livrar-se do eu básico, através de estágios simples, das más tendências que possam ser encontradas nele ou de idéias fixas conservadas por ele, em detrimento do "UM" - o ser total.

G.F.B.U. CRESCENDO NA LUZ. Max Freedom Long.

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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