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O Trabalho do Cristo e Seus Ensinamentos
O Trabalho do Cristo Hoje e no Futuro

Cristo Como O Precursor da Era de Aquário

Existe a tendência a passar por alto o fato de que, apesar de haver reconhecido Sua função como Instrutor e Guia espiritual da humanidade, durante a era que está rapidamente chegando a seu fim, o Cristo também reconheceu o trabalho que deveria realizar, quando finalizasse esta era, e o novo ciclo astronômico viesse à existência.

O cristão comum ignora as épocas e ciclos pelos quais nosso planeta passa, influenciado pela progressão solar. A atual duvidosa ciência da astrologia desviou o legítimo interesse da humanidade pelos estudos astronômicos e a interpretação espiritual da passagem do sol através dos signos do zodíaco. Entretanto, O Novo Testamento revela com toda clareza este reconhecimento, matizando a apresentação de todo o Evangelho, também o expressando O Antigo Testamento. O pecado dos filhos de Israel no deserto, não foi mais que uma reversão da antiga adoração mitraica que caracterizava a época em que o sol estava “no signo de Touro”, o touro, como é denominado tecnicamente. Prostraram-se diante do bezerro de ouro e o adoraram, esquecendo o novo ensinamento da Era de Áries, o carneiro, na qual estavam entrando, o ensinamento da vítima propiciatória, que matiza a história judia.

Esqueceu-se do fato de que o Cristo foi o Instrutor do novo período em que o sol estava entrando, o período de Piscis, porém Ele está claramente evidenciado no símbolo dos peixes que aparecem constantemente nos quatro Evangelhos. O peixe é o símbolo astrológico do signo de Piscis, e o foi desde épocas imemoriais. Cristo também previu o trabalho que devia realizar na Era de Aquário (o signo seguinte em que entraria o sol). Antes do Seu “desaparecimento”, referiu-se ao símbolo da Era de Aquário e à tarefa que deveria levar a efeito. Com Seus doze discípulos interpretou um dramático episódio, síntese do trabalho que empreenderia mais tarde, quando houvessem transcorrido os dois mil anos da Era de Piscis. Disse Ele a Seus discípulos que entrassem na cidade, onde encontrariam um homem levando um cântaro de água e que o seguissem até o aposento superior e preparassem ali a festa da Comunhão, que Ele e eles compartilhariam (Lucas 22,10). Assim fizeram eles e teve lugar a Última Ceia. O antigo símbolo correspondente ao signo de Aquário (em que está entrando agora o nosso Sol) é o Portador de água, um homem com um cântaro de água. A passagem do Sol pelo signo de Aquário é um fato astronômico que pode ser comprovado em qualquer observatório – não um prognóstico astrológico. A grande realização espiritual e acontecimento evolutivo de tal era será a comunhão e o estabelecimento das relações humanas entre todos os povos, permitindo aos homens de todo o mundo reunirem-se ante a Presença de Cristo e compartilharem o pão e o vinho (símbolos do alimento). Os preparativos para esta festa (falando simbolicamente) estão em vias de execução, e são realizados pelos próprios homens, à medida que lutam, se esforçam e legislam para a manutenção de suas nações e o problema da manutenção ocupa a atenção dos legisladores de todo o mundo. Esta participação, iniciada no plano físico, também se aplicará nas relações humanas, constituindo a grande dádiva da Era de Aquário para a humanidade. A Igreja ignorou isto e os eclesiásticos não podem explicar o fato de que os judeus manifestaram sua predileção pelo touro, adorando o bezerro de ouro; que a dispensação judia empregara o símbolo da vítima propiciatória na era de Áries, o carneiro, e que os cristãos fizeram finca-pé sobre os peixes na era de Piscis, a era cristã.

Cristo veio para pôr fim à dispensação judia, que devia haver culminado e desaparecido como religião quando o sol passou de Áries a Piscis. Apresentou-se ante eles como seu Messias, nascendo na raça judia. Simbólica e praticamente, no signo de Áries, a Vítima propiciatória; deve passar – falando simbolicamente – ao signo de Piscis, os peixes, e reconhecer seu Messias, quando Ele vier novamente no signo de Aquário. Do contrário, voltarão a cometer seu antigo pecado, por não responder ao processo evolutivo. No deserto, os judeus repeliram aquilo que era novo e espiritual; fizeram o mesmo na Palestina, há dois mil anos. Voltarão a fazê-lo se lhes apresentar a oportunidade? A dificuldade está em que os judeus estão satisfeitos com uma religião que remonta a cinco mil anos, e têm muito pouco interessem em mudá-la.

Cristo previu a chegada da Era de Aquário e o expressou graficamente, fazendo perdurar, através dos séculos, um fato profético que só agora, em nossa época, é possível interpretar. Astronomicamente, não estamos plenamente influenciados por Aquário; estamos, presentemente, saindo da influência de Piscis, e ainda não temos sentido todo o impacto das energias que Aquário liberará. Entretanto, cada ano nos aproximamos mais do centro de poder, cujo efeito principal será induzir que se reconheçam a unidade essencial do homem, os processos de participação e colaboração e o nascimento da nova religião mundial, que terá como nota chave a universalidade e a iniciação. Se a palavra “iniciação” significa o processo de “entrar em”, então é verdade que a humanidade está passando por uma verdadeira iniciação, ao entrar na nova era de Aquário; então estará submetida a essas energias e forças que derrubarão as barreiras da separação e fundirão e mesclarão a consciência de todos os homens, a fim de formar essa unidade que caracteriza a consciência crística.

Em junho de 1945, no momento da Lua Cheia (dia significativo na experiência espiritual de Cristo), Ele se encarregou, definida e conscientemente, de Seus deveres e responsabilidades como Instrutor e Guia, durante o ciclo solar de Aquário. É o primeiro dos grandes Instrutores do mundo que abarca dois ciclos zodiacais – o de Piscis e o de Aquário. Isto é muito fácil de dizer e escrever, porém implica três métodos ou técnicas que devem ser empregados para Sua aparição, aos quais já me referi. A vitalidade e o amor espirituais que irradia (aumentados pelas energias do Espírito de Paz, o Avatar de Síntese e o Buda), foram reenfocados, canalizados numa grande corrente e expressados (se posso formulá-lo de forma tão inadequada) nas palavras da Invocação: “Flua amor aos corações dos homens... Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.”

Estas três palavras, luz, amor e poder, descrevem as energias de Seus três Associados (o grande Triângulo de Força que, com seu poder, O apóiam);

- a energia de Buda: Luz, a luz sempre vem do Leste;
- a energia do Espírito de Paz: Amor que estabelece corretas relações humanas;
- a energia do Avatar de Síntese: Poder, complementando a luz e o amor.

Cristo ocupou Seu lugar no centro deste Triângulo; desse ponto começou Seu trabalho aquariano e continuará fazendo durante dois mil e quinhentos anos. Assim inaugurou a nova era, e nos planos espirituais internos a nova religião mundial começou a tomar forma. A palavra “religião” concerne às relações começando, assim, a era de corretas relações humanas e corretas relações com o Reino de Deus. Esta é uma afirmação fácil de fazer, porém suas implicações são enormes e de grande alcance.

Nessa oportunidade, Cristo assumiu duas novas funções: uma está vinculada ao segundo método de aparição física e a outra ao método que empregará para exercer Sua influência. Constantemente, a Luz, o Amor e o Poder se derramam sobre as massas, estimulando o crescimento da consciência crística. Mediante Sua presença física, converter-se-á no “Dispensador da Água da Vida”; pela influência que exerce, agora, sobre os que são sensíveis à Sua impressão e à Sua enfocada Mente, converter-se-á no que se conhece tecnicamente como o “Sustentador dos pequenos”.

Como Dispensador da Água da Vida e Sustentador dos pequenos, assume os Seus deveres na era aquariana, enquanto que como centro do Triângulo mencionado acima, influi, ilumina e produz corretas relações entre as multidões. Na era vindoura, Ele será, então, reconhecido como:

1 – O Ponto dentro do triângulo.
2 – O Dispensador da Água da Vida.
3 – O Sustentador dos pequenos.

Isto descreve Seus três deveres para com a humanidade, e também o trabalho que caracterizará Seu serviço mundial, durante a era aquariana.

Consideremos estes aspectos de Sua obra e tratemos de compreender o significado da responsabilidade que Ele assumiu. É necessária certa compreensão para que o Novo Grupo de Servidores do Mundo e os discípulos ativos no mundo preparem, adequadamente, a humanidade para Seu reaparecimento. Muito se pode fazer se os homens se esmeram em compreender e desenvolver a conseqüente e necessária atividade.

Primeiro, como Ponto dentro do Triângulo, Cristo Se transforma naquele que desperta os corações dos homens, e naquele que institui corretas relações humanas sendo simplesmente o que Ele é e permanecendo firme onde está. Ele efetua isto transmitindo à humanidade as energias dos três pontos do envolvente Triângulo. Esta energia conjunta e impessoal, tríplice em natureza, será dispersada irradiando universalmente, produzindo progresso evolutivo, atraindo magneticamente povos e nações uns aos outros e causando automaticamente o desenvolvimento do sentido da síntese, da provável unidade e da desejável fusão. Assim como na Era Pisceana foi desenvolvida na humanidade uma resposta da massa ao conhecimento e ao princípio inteligência, assim também na Era Aquariana, a resposta de massa às corretas relações será igualmente evocada, e a boa vontade (como sua expressão) será a característica da consciência da massa. Talvez seja difícil compreender e apreciar esta possibilidade, mas foi igualmente difícil para a massa dos homens nos primeiros séculos da Era Cristã ou Pisceana compreender o futuro progresso dos sistemas educacionais do mundo e a difusão desse conhecimento que é característica da nossa presente civilização e cultura. A realização do passado é sempre a garantia da possibilidade do futuro.

Como Dispensador da Água da Vida, Sua tarefa é sumamente misteriosa e difícil de compreender. Há dois mil anos, disse publicamente: “Eu vim para que tenham vida e para que a tenham em abundância” (João 10,10). O aspecto Vida, do ponto de vista do Cristo, se expressa de três formas:

1 – Como vida física, nutre as células do corpo. Esta vida se encontra dentro de cada átomo da substância, como ponto central de luz vivente.

2 – Como vivência, expressa amor e luz dentro do coração. Quando esta vivência se acha presente e se manifesta, o átomo humano se converte em parte da Hierarquia espiritual.

3 – Como Vida mais abundante. Essa vida pode ser percebida como luz, amor e poder dentro e sobre a cabeça do discípulo de Cristo. Essa vida abundante o capacita para colaborar, não só com a humanidade e com a Hierarquia espiritual, mas também com Shamballa – centro de vida em sua mais pura essência.

Se dizemos que a vida é vivência que capacita, as palavras são relativamente ininteligíveis, não são? Entretanto, se a vivência é submetida ao plano físico da vida, à vida espiritual do discípulo e ao vivo propósito de Deus, então algum limitado conceito pode surgir da maravilha do trabalho empreendido por Cristo no passado, e previsto por Ele como Sua futura responsabilidade. Cristo pode atrair as energias que são definidas pela frase “vida mais abundante”, porque elas liberarão (na Era de Aquário), de maneira nova e dinâmica, as novas energias necessárias para produzir restauração e ressurreição. Essa nova energia é a “força complementar da universalidade”, e concerne ao futuro. A fluência de energia aquariana é um dos fatores que permitirão a Cristo completar Sua tarefa como Salvador e Instrutor do mundo. Em junho de 1945, decidiu cumprir com Seus deveres de Distribuidor, Sustentador e Dispensador, e assumiu Suas responsabilidades como Precursor e Instrutor da Era de Aquário.

Como Sustentador dos Pequenos, nós estamos lidando com um aspecto do trabalho do Cristo que envolve o estímulo da consciência de Seus discípulos na medida que se preparam para submeterem à iniciação ou para penetrar em fases mais profundas do conhecimento espiritual. O resultado do Seu trabalho no Triângulo com as massas dos homens será a apresentação da primeira iniciação – o Nascimento do Cristo na caverna do Coração – como a cerimônia fundamental na nova religião mundial. Por intermédio dessa cerimônia as massas dos homens em todos os países estarão aptas a registrar conscientemente o “nascimento do Cristo” no coração, e o “nascer de novo”, ao qual Ele Mesmo se referiu (João 3,3) quando antes aqui na Terra. Esse novo nascimento é o que os esoteristas têm em vista quando falam da primeira iniciação. No futuro, para o final da Era de Aquário, não será a experiência de um discípulo ocasional, mas a experiência comum de incontáveis milhares. As águas purificadoras da Iniciação do Batismo (a Segunda iniciação) inundarão centenas de aspirantes em muitos países, e estas duas iniciações (que são preparatórias para o verdadeiro serviço e para a terceira iniciação da Transfiguração) colocarão o selo na missão do Cristo como Agente do grande Triângulo espiritual que Ele representa.

Todavia, o trabalho mais importante de Cristo, no que concerne aos discípulos e às pessoas espiritualmente orientadas do mundo, além dos milhares de seres humanos mais avançados, consiste em "nutrir" de tal forma sua consciência e vida espirituais, que lhes permitirá receber a terceira e quarta iniciações - a Transfiguração e a Renúncia (ou Crucificação).

Como os esoteristas sabem, o termo “os pequenos” se refere a esses discípulos que são os “meninos em Cristo” (como O Novo Testamento os chama) e que tenham recebido as duas primeiras iniciações, o Nascimento e o Batismo. São conscientes da aspiração espiritual, índice da vida crística residente em seus corações, e se submeteram aos processos de purificação que culminam nas águas batismais. Cristo deve preparar estes aspirantes para as iniciações superiores, nutrindo-os e ajudando-os, para que possam apresentar-se diante do Único Iniciador e chegar a ser pilares do Templo de Deus, ou seja, Agentes da Hierarquia espiritual e, portanto, discípulos ativos e trabalhadores.

Quando esteve na Palestina disse: “Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14,6). Isto foi um vaticínio do trabalho que Ele teria de realizar na era de Aquário. Nas primeiras iniciações, administradas por Cristo, os aspirantes (treinados pelos discípulos avançados) encontram seu caminho para Ele, porém Suas palavras se referem a etapas ainda superiores de desenvolvimento. Por meio das primeiras iniciações o discípulo se converte em agentes do amor de Deus; as iniciações superiores o capacitam para converter-se, etapa após etapas, em agentes da vontade de Deus. Os do primeiro grupo conhecem e compreendem a Segunda estrofe da Invocação “Do ponto de amor no coração de Deus, flua amor aos corações dos homens”; o grupo que na era aquariana Cristo mesmo há de “nutrir” e preparar, conhecerá o significado da terceira estrofe: “Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida, guie o propósito as pequenas vontades dos homens”.

Durante a era de Piscis, a tarefa do Cristo teve por finalidade relacionar a humanidade com a Hierarquia do planeta; na era de Aquário, Seu trabalho consistirá em relacionar este grupo que cresce constantemente, com esse centro superior onde se faz contato com o Pai, onde a filiação é reconhecida e pode-se conhecer o propósito divino. Os três aspectos divinos, reconhecidos por todas as religiões do mundo (incluindo a religião cristã) – Inteligência ou Mente Universal, Amor e Vontade – desenvolver-se-ão, conscientemente, na humanidade por meio do trabalho futuro do Cristo; a humanidade, a Hierarquia espiritual e o “centro onde a Vontade de Deus é conhecida” estarão relacionados de forma mais ampla e geral.

A abordagem mística ao Reino de Deus desaparecerá gradualmente, na medida que a raça aumentar sua inteligência e uma abordagem mais científica ocorrer; os requisitos para ser admitido neste Reino serão de caráter objetivo; as leis que governam o centro superior da vontade divina também serão reveladas aos membros do Reino de Deus, e tudo isso se efetuará sob a supervisão do Cristo depois de Seu reaparecimento entre os homens. A tônica de Sua missão será, então, evocar na humanidade uma resposta à influência espiritual e um desenvolvimento em grande escala da percepção intuitiva – faculdade muito rara e pouco comum na atualidade. Quando veio anteriormente, evocou na humanidade uma gradual resposta à verdade e uma compreensão mental. Esta é a razão pela qual, ao término do ciclo que Ele inaugurou há dois mil anos, se têm formulado diversas doutrinas e se tem alcançado um amplo desenvolvimento mental e intelectual. (O Reaparecimento do Cristo)

Transcrito por Ismael de Almeida.

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Respostas a este tópico

 LINDOOOO SEM PALAVRAS.

GRATA PELO ENSINAMENTO.

MANASTÉ

Texto Maravilhoso!

JESUS: CAMINHO, VERDADE E VIDA.

 

SEM ELE NADA. COM ELE TUDO!

 

NAMASTÊ.

 

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
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A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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