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ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?

Enfim encontrei um tempinho pra escrever algumas informações sobre o assunto que havia falado em posts anteriores: O 12º Planeta.
Sugiro que antes de ler este post você leia os posts sobre Pirâmides, Os Continentes Perdidos e os Gigantes, assim muitas das coisas se encaixarão e farão algum sentido.
Bom, o que seria o 12º Planeta? A ciência atual reconhece apenas 9 planetas (8 se considerarmos que Plutão foi rebaixado à categoria de Planeta Anão).
Sendo assim, considerando 9 planetas, para que chegássemos a um 12º, faltariam ainda dois. Mais que conversa é essa?
Bom, eu não tenho nada a ver com isso. Os responsáveis por esse assunto são nada mais nada menos que a civilização mais antiga conhecida pela arqueologia: Os Sumérios.
Antes de chegar ao dito cujo, o tal 12º Planeta, vamos falar um pouquinho sobre a Civilização Suméria.
Esta civilização, de acordo com o que está estabelecido pela ciência atual, surgiu por volta de 3.000 a.c. a 3.500 a.c. São conhecidos como a primeira civilização no sentido estrito da palavra (desenvolvimento, progresso, cultura, etc). Foi a culminação do aparecimento do Homo Sapiens . A ciência, com base nas teorias Darwinistas, data a idade geológica da Terra em bilhares de anos, e o aparecimento do homem (dentro deste espaço de tempo) teria ocorrido recentemente. Nunca fui bom de Biologia, mas com certeza você lembra-se das aulinhas de 8º série: Australopithecus, Homo Erectus, Homo Habilis, Homo Sapiens Neanderthalensis, Homo Sapiens Sapiens.
O problema com essa macacada toda é que se levaram milhares e milhares de anos desde o primeiro primata até a primeira espécie homo e, de repente, como que num passe de mágica, surge o homo sapiens. Parece haver alguma discrepância aí, milhares de anos para o homem “ficar em pé” e apenas mais alguns poucos para ele “ficar inteligente”??? [um cientista evolucionista me mataria se lesse isso. Surgiu e pronto, foi mais rápido que todo tipo de evolução, mas foi evolução (!)].
Bom, cientistas a parte, os Sumérios têm lá suas explicações bem interessantes.
Esse povo nos deixou um legado de diversas tábuas e registro de sua cultura, religião, organização social, etc.



Segundo seus escritos, o homem, tal qual o conhecemos hoje, teria sido resultado da criação dos Deuses (ohhhh, criacionismo?). Bom, não é bem por aí. As traduções das escritas cuneiformes apresentam tais Deuses como seres vindos de outro planeta. Estes seres humanóides não teriam sido os criadores da Terra (deixe isso para Deus ou para o Big Bang, como quiser), mas os criadores do homem tal qual o conhecemos. Primeiro eles teriam chegado aqui e estabelecido suas próprias cidades. A região em que teriam se estabelecido era um terreno pantanoso e aquoso [“... e o vento de Deus (Ru’ach) pairava sobre as águas.”]. Como tinham tecnologia suficiente para fazer uma viagem inter-espacial certamente já conheciam também a codificação genética. Após um longo período na Terra, um Conselho decidiu criar um homem (LU.LU) com habilidades semelhantes às suas para que pudesse trabalhar a Terra em seu lugar [“... façamos o homem à nossa imagem e semelhança]. Teriam então aplicado sua tecnologia para desenvolver o homem a partir dos hominídeos aqui existentes (Tcharam! Surgiu o homo sapiens!). Esses supostamente teriam sido considerados os Deuses Sumérios (e também todos os outros Deuses por todas as outras colônias por passaram – Egito, México?). Na Suméria eles foram chamados Anunnakis, e foram identificados como originários de um Planeta chamado Nibiru, o 12º Planeta.




“Ahh, que legal conhecer mais um mito antigo misturado com paranóias malucas do século 21” você deve estar pensando. Calma aí, agora vamos aos fatos.
Os Sumérios possuíam um conhecimento astronômico altamente avançado. Os pobres gregos, milênios depois, só sabiam calcular até 10.000 – o resto era infinito – arqueólogos encontraram na antiga cidade de Nínive um cálculo sumério cujo resultado final corresponde a 195.955.200.000.000 (!)
Esses registros sumérios falam sobre a existência de Plutão (Ga.GA), planeta que só foi descoberto pela ciência atual em 1930 (eu não diria descoberto, eu diria comprovado). Falam também sobre sua composição química, afirmam que ele na verdade era um satélite de Saturno que se “desprendeu” numa das passagens de Nibiru ganhando órbita própria (já chegamos lá). Eles chamavam a Lua (Kin.GU) de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma cabaça de ferro. Não é de se estranhar que a NASA tenha confirmado esses dados durante a expedição Apolo.
Além disso, falavam sobre Urano (ANU), Netuno (NUDIMMUD), Saturno (AN.SHAR), suas colorações, disposições, etc e chamavam a Terra (TIAMAT) de 7º Planeta contados de Plutão em direção ao Sol (AP.SU).
Mas espere aí, esse conhecimento seria possível há mais de 5.000 anos?
Pensando sem romper o casulo, obviamente não! Mas se eles não tinham como obter todas essas informações, quem lhes transmitiu esse conhecimento? A resposta já nos foi supostamente dada pela própria civilização suméria: Foram os “Deuses” Annunakis.
Tudo o que estou citando são informações próprias dos escritos sumérios de acordo com as traduções e estudos do arqueólogo e lingüista Zecharia Sitchim.
Ok, mas onde está esse Nibiru então? E porque dizemos 12º Planeta ao invés de 10º?
Os Sumérios contavam AP.SU e Kin.GU (Sol e Lua) como corpos planetários. Portanto temos aí, junto aos 9 planetas conhecidos, mais 2. E o 12º? Bingo!!!

Dê uma olhada nessa figura suméria. Note na parte de cima que é representado o sistema solar com ONZE corpos ao redor do sol.
O Sol, por sua vez, tem seus raios representados na forma de triângulos. Quanto a esse fato, transcrevo abaixo um trecho do livro Genesis Revisitado, de Sitchim:

“Em 1980, os astrônomos do observatório de Grande Altitude da Universidade do Colorado fotografaram o Sol com uma câmera especial durante um eclipse observado na Índia. As fotos revelaram que devido às influências magnéticas, a coroa solar aparece como um disco com raios triangulares saindo da superfície - como mostrara a ilustração dos sumérios, um milênio antes.
Em janeiro de 1983 enviei essa "ilustração enigmática" do selo cilíndrico sumério ao editor do Scientific American, jornal que anunciou a descoberta dos astrônomos. Em resposta, a 27 de janeiro de 1983, o editor Dennis Flanagan respondeu:
Agradeço sua carta de 25 de janeiro.
O que o senhor informa é muito interessante e poderemos publicar.
"Além dos muitos enigmas que esta ilustração suscita", eu tinha escrito em minha carta, "principalmente o da fonte do conhecimento sumério, soma-se agora sua aparente familiaridade com o verdadeiro aspecto da coroa solar.”
Será a necessidade de descobrir a fonte do conhecimento sumério que ainda impede a publicação do que o Scientific American considerou “muito interessante'”?”

A ciência [ainda] não pode admitir que os Sumérios já sabiam de tudo, e TODOS esses fatos não passam de MERAS coincidências.
Ainda de acordo com o conhecimento Sumério, a Terra seria o resultado de uma colisão de Nibiru com TIAMAT, bem antes da visita dos Annunakis. Dessa colisão é que teriam surgido a Terra, a Lua (ambas parte de TIAMAT, sendo a Terra a porção maior que atraiu a Lua) e o Cinturão de Asteróides, que seriam os outros fragmentos de TIAMAT que, ao contrário de KIN.GU, passaram a orbitar o Sol e não a Terra (uma ótima teoria para explicar o surgimento desses corpos celestes orbitando o sol num formato circular, já que a ciência ainda não encontrou uma teoria totalmente aceita).
Plutão, teria sido antes dessa colisão um satélite de Saturno que se desprendeu devido a atração gravitacional provocada na passagem de Niburu. Também essa teoria explicaria a inclinação de Netuno, que também teria tido seu pólo atraído pela massa de Nibiru. E, a mais curiosa, daria uma nova cara à teoria da formação geológica da Terra, com aquele buraco (?) enorme no Pacífico e a rápida expansão continental (como a Terra seria uma das partes que “sobrou” da colisão, ela estaria se recuperando desse impacto).
Sabemos que os planetas fazem sua rotação em sentido anti-horário, sendo a rotação de Plutão a maior com 6.387 dias (17 anos e meio mais ou menos). Segundo as conclusões que Sitchim tirou de seus estudos, a rotação de Nibiru é retrógrada e ocorre em sentido Horário e tem duração de 3.600 anos. Isso explicaria porque a ciência atual ainda não identificou Nibiru (ou reluta para ratificá-lo), pois sua orbita extremamente elíptica estaria agora saindo de seu apogeu, bem além de Plutão.

Porém, se considerarmos a rotação normal de quaisquer planetas, em breve a ciência poderia identificá-lo. Assim que ele voltar a se aproximar de Plutão, em direção ao perigeu. Como este planeta possivelmente possui calor e luz própria, dados os longos períodos de distancia do sol, é bem possível que quando passa pela Terra seja visto como um “segundo sol”.
Diversos são os registros antigos, tanto Sumérios quanto Egípcios, da veneração a um grande objeto solar representado com asas. Um desenho egípcio desse Sol Alado foi mostrado no post sobre Pirâmides. Não se sabe exatamente o que ele representa, mas não seria presunçoso dizer que se trata do 12º Planeta ou das naves dos Annunakis.
O curioso é que a religião suméria parece ter afetado praticamente todas as culturas ao seu redor, dos semitas aos gregos.
Os antigos “contos” sumérios são a origem comprovada dos textos bíblicos da criação encontros no livro de Genesis, incluindo a criação em si, o dilúvio, os anjos com suas “escadas” para o céu, etc (tudo começa fazer algum sentido).
O Panteão de Deuses Gregos foi fatalmente influenciado pela cultura suméria, inclusive no que se refere à manutenção do número dos 12 deuses fixos (Os Annunakis “Superiores” também eram sempre 12).
Uma das histórias sumérias mais conhecidas é a história do dilúvio, na bíblia retratada por Noé e nos contos sumérios por Ziusudra. Esse registro representaria uma das catástrofes causada por uma das passagens de Nibiru. Como dito acima, cada vez que Niburu vem em direção a seu perigeu, ele modifica consideravelmente o alinhamento dos corpos celestes, devido à sua grande massa (4 vezes maior que a da Terra).
Uma dessas passagens teria provocado um deslocamento polar da Terra e originado uma espécie de maremoto.
Não só a bíblia e os sumérios falam de um grande dilúvio, mas pelo menos uma civilização em cada continente, das antigas civilizações americanas aos povos europeus.
Levando-se em consideração que cada passagem de Nibiru causa essas variações, não seria estranho fazermos alguma ligação entre o retorno de Nibiru e os atuais acontecimentos que nosso planeta vem enfrentando como nunca antes: grandes terremotos, tsunamis, mudança do clima global, etc. Seria tudo isso apenas reflexo da aproximação de Niburu?
Alguns, mais religiosos, poderiam dizer: “É o final dos tempos”.
Neste caso, eu iria mais longe, fazendo um link desse assunto com outro assunto correlato que andei lendo.
Tanto a Bíblia Hebraica quanto a Bíblia Cristã falam sobre grandes catástrofes no “final dos tempos”. Deste conceito foram criados diversos arquétipos apocalípticos e diversas datam já foram dadas como o dia do final da humanidade, desde os tempos em que a bíblia cristã foi concluída, porém NENHUMA se concretizou.
Acontece que Jerônimo, Santo Católico que traduziu a bíblia para o Latim, traduziu vários termos que perderam seu sentido original quando lidos em Latim e com o passar dos anos foram perdendo ainda mais quando retraduzidos para outras línguas.
O termo “Aeon” é um dos que figuram de maneira errada em algumas traduções. Este termo significa literalmente “era” (age) e não “mundo” (world, na versão King James).
Algumas bíblias apresentam a famosa frase “Estarei convosco até o final do mundo”.
Outras se aproximam mais e traduzem Aeon por “período de tempo”, “século”: “Estarei convosco até o final dos tempos / dos séculos”.
Porém, a maneira que deveria constar é: “Estarei convosco até o final da era”.
Aí entra a pergunta: e quando é o final da era?
Bom, essa era melhor deixar pra outro post mais completo, para não misturar as coisas. Mas vou tentar fazer um resumão sobre o assunto.
Para entendermos esse conceito de “era” é preciso voltar milhares de anos e estudar o simbolismo (acreditem!) do zodíaco. Certamente vocês já ouviram falar da Era de Peixes e da Era de Aquários.
Pode parecer uma história meio esquisita, mas não tem nada a ver com horóscopo nem astrologia barata. Tem a ver com o movimento de precessão da Terra, que envolve uma mudança periódica em torno de seu próprio eixo. Esse movimento faz com que a cada equinócio vernal o sol cruze o equador um pouco antes do ponto que cruzou no ano anterior. Devido a esse movimento, o sol cruza cada uma das constelações zodiacais em cerca de 2.156 anos e toda a constelação a cada 25.868 anos.
A última vez que o sol “mudou” de constelação foi em torno de 500 d.c. finalizando a Era Áries e iniciando a Era de Peixes e a próxima ocorrerá em torno de 2.600.
Para muitos Cristãos Ortodoxos essa mudança para a Era de Aquário estaria relacionada à Era do Anticristo bíblico, tentando acabar com a era de Peixes, para que então venha o “fim do mundo”. O Peixe sempre foi o símbolo de Yeshua desde os tempos dos primeiros cristãos. E Yeshua teria nascido mais ou menos 500 anos antes dessa passagem e sua história, sem a menor sombra de dúvida, é uma das que mais influenciou a humanidade nos últimos 2.000 anos, Era de Peixes, coincidência ou não.
Já para a maioria dos cristãos esotéricos (como a Gnose) ou para os que seguem alguma filosofia de misticismo a Era de Aquário representa nada mais que a passagem de uma fase. Não o “fim do mundo”, mas o “Fim da Era” (Mais uma. Atlântida e Lemúria entram aqui, lembram?...) E falando em passagem, Nibiru, por sua vez, entra aqui.
Se, independente de crenças religiosas, apenas considerando o movimento de precessão da Terra, sabemos que esta era está chegando ao fim, faz sentido admitir que as “profecias” de todos os tempos coincidentemente parecem estar se realizando e, voltando a falar sobre Niburu, este final de ciclo seria ocasionado logo em breve pela sua passagem
Acreditemos nisso ou não, os cálculos de Sitchim apontam a passagem de Nibiru para o início de 2013. O curioso disso tudo, é que a civilização Maia (que tem grandes semelhanças com os sumérios, mesmo estando quilômetros e anos de distância) possui um calendário muitíssimo bem elaborado para aquela época. Esse calendário, porém não é como o nosso Gregoriano, infinito. Ele é finito, e marca o último dia em 21 de Dezembro de 2012 (muito próximo de 2013 ãhn?).
Bom, aí já são outras especulações.
Para quem se interessar em aprofundar-se nesse assunto e entendem como, segundo Sitchim, se deu a chegada, a estádio e a retirada dos Annunakis na Terra, sugiro a leitura de 4 livros:
- O 12º Planeta
- Gêneses Revisitado
- A Guerra Entre Deuses e Homens
- O Código Cósmico.
Todos eles são de Zecharia Sitchim e fazem parte da coleção Crônicas da Terra.
Os livros não são muito fáceis de encontrar em qualquer livraria. Não sei se existe algum boicote contra o autor. Só encontrei em Sebos.
E apesar de ainda não ter encontrado, também indico o livro que dá nome a este post:

"Eram os Deuses Astronautas?", Erich von Däniken.


“Quando o segundo sol chegar para realinhar a órbita dos planetas, derrubando com um sombra exemplar o que os astrônomos diriam se tratar de um novo cometa”
Postado por CLEITON ALMEIDA DA SILVA às 20:11
retirado do :

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de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
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daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
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Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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