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MISTÉRIOS E MAGIAS DO TIBETE
Chiang Sing

Lhassa, a Cidade dos Deuses

Mais uma vez nos encontrávamos viajando por um deserto de dunas de areia, que formava o vale de Kyi Chu, cercado de altas colinas verdejantes. Bandos de cabras e de carneiros andavam pelas montanhas e de vez em quando um iaque se aproximava da estrada. Todo o vale é cercado de colinas. O Kyi Chu indo para o este terminava numa pequena cidade chamada Nethang, à sombra de uma grande Lamaseria. Esta foi nossa última parada, antes de alcançarmos Lhassa - a cidade dos deuses.

Esta última etapa da nossa viagem foi, talvez, a mais excitante e alegre. Afinal, íamos penetrar na misteriosa capital do mundo lamaísta, que tão poucos estrangeiros têm o privilégio de conhecer.

À medida que nossos cavalos avançavam, fomos avistando rochas e montanhas azuladas, à luz da clara manhã. Um fundo de picos nevados aparecia no longínquo horizonte, embelezando ainda mais o panorama. Campos verdes e pequenas grutas estavam espalhadas por ambos os lados do majestoso rio Kyi - O Rio da Alegria. Pelo caminho encontramos caravanas de mercadores e camponeses que nos olhavam curiosamente. Pendurados nas montanhas, encravados nas pedras, vimos inúmeros Mosteiros, cujos tetos dourados rebrilhavam ao sol. Cavadas no coração das rochas, sobre as quais o rio Kyi espalhava sua espuma branca, vimos belas pinturas do Buda da Luz Infinita, o deus de quatro braços Padma Sambhava e muitas outras divindades lamaístas que pareciam advertir aos viajantes, que iam penetrar na mais misteriosa cidade do mundo.

Numa grande rocha situada no meio do rio, uma gigantesca figura de um Buda, sentado na postura do lótus, olhava a cidade proibida com suprema serenidade. A esquerda do caminho tivemos a. primeira visão do gigantesco palácio do Dalai Lama, nas montanhas do Potala. Parecia um imenso aglomerado de telhados dourados espalhados em volta do palácio, bem como numerosas mansões e pagodes. Um pouco mais além, também à esquerda, outra colina era encimada pelo Templo de Chakpori, o mais importante Colégio de Medicina do Tibete.

Além desses templos, o vale se alargava consideravelmente e um sereno mar de campos verdejantes ondulava sob a leve brisa. Era um espetáculo magnífico, indescritível! Nossa alegria foi tanta que tivemos vontade de desmontar e ajoelhar-nos, agradecendo a Deus por tanta felicidade.

Continuamos cavalgando devagar, até que o caminho se transformou numa rua ampla e respeitável, pavimentada de grandes pedras. Mais adiante, à sombra de uma torre esguia, um grupo de monges do chapéu vermelho conversava animadamente, retendo nas mãos as rédeas de seus bonitos cavalos. Entre eles havia um homem branco, e o Dr. Vessantára reconheceu seu amigo, o capitão Hugh Richardson, chefe dos ingleses na Missão Britânico-Indiana em Lhassa. Assim que nos viu, veio em nossa direção e cumprimentou a todos amavelmente e convidou-nos a visitar a Missão.

Não pudemos conter um grito de admiração ao avistarmos o Montão de Arroz, ou Mosteiro de Drepung, também chamado Drebung. É um dos maiores mosteiros tibetanos. Abrigando mais de dez mil monges, esta colossal Lamaseria toma a extensão de um vale, verdadeira cidadela de pedra, com inúmeros templos menores de telhado dourado, colégios, santuários e celas, encravadas nos francos azuis da montanha. Ao espectador, esse quadro parece uma gigantesca massa de pontinhos brancos como grãos de arroz.

Um pouco abaixo, vimos o Convento de Nechung, onde soubemos que vive o Oráculo Oficial do Tibete, um dos mais importantes homens cuja tarefa é unir o governo com o mundo dos poderes ocultos...

Consta que ele é a reencarnação de uma divindade budista, e que através de suas predições, orienta o curso da política local. Frequentemente o Governador de Lhassa vem consultar o Oráculo.

À medida que nos aproximávamos da cidade, a enorme construção de pedra que é o palácio Potala parecia cada vez maior, meio encoberta por uma grande muralha. Mentalmente comparei este palácio com os grandes palácios do mundo ocidental, e cheguei à conclusão de que tanto o Palácio de Windsor, na Inglaterra, como o Escorial, da Espanha, são pequenos castelos comparados com este magnífico Vaticano do mundo oriental.

De ambos os lados das ruas fomos passando por belas mansões de pedra, algumas tendo jardins com lagos onde flutuavam lótus rosados e nadavam patos selvagens. Uma multidão enchia as ruas: eram lamas usando hábitos cor de vinho, ou oficiais fardados de azul marinho, com chapéus redondos ornados de franjas brancas e cor de vinho, mulheres e crianças usando roupas típicas muito parecidas com as roupas dos chineses, mas as mulheres usavam um longo avental listrado de muitas cores e seus cabelos pretos e lisos eram penteados numa longa trança que lhes caía pelas costas.

Todos nos olhavam curiosamente e alguns punham a língua para fora, num cumprimento sui generis, muito usado no Tibete. Alcançamos por fim os formosos jardins de Dekyi Lingka, no centro de um denso bosque. No meio vimos uma grande casa branca de três andares. Soubemos que ali era a residência da Missão Anglo-Indiana, alugada pelo abade do Mosteiro de Kundeling ao governo indiano, que naquela época estava sob o protetorado inglês.

Verdadeiro, exército de mendigos, sentados no chão, imploravam a clemência das pessoas que passavam. Usavam roupas sujas e esfarrapadas, tinham a cabeça raspada e repetiam aceleradamente o sagrado mantra: 'Om! Mani Padme Hum!'

Chegamos em frente a um grande templo ou Catedral. Este santuário sagrado é um dos mais famosos do Tibete e a ele vêm sempre milhares de peregrinos da Mongólia, China e Sul da Ásia, para quem esta Catedral é tão sagrada como à Kaaba em Meca é para os muçulmanos. Parecendo uma velha Catedral medieval da Europa, ela é cercada por estreitas ruas e pequenas casas. Soubemos que foi construída há trezentos anos atrás pelo rei Srong. Com o correr dos anos foram feitas diversas modificações, construídas novas alas, que em parte são usadas como escritórios governamentais.

À nossa esquerda, o muro alto de um palácio parecia querer Impedir nossa viagem. Afinal alcançamos a Ponte da Turquesa e vimos os sinos dourados de outra casa pertencente à Missão Anglo-Indiana. Como não há nenhum hotel ou hospedaria em Lhassa, resolvemos pedir pousada na Missão. O chefe era um oficial indiano, muito amigo do Dr. Vessantára e assim conseguimos uma hospedagem cordial e simpática.

Meu quarto ficava no andar superior, junto ao de Mahima e Vessantára. Da janela; eu podia ver o formoso jardim Dekyi Lingka, e um pequeno pavilhão de orações parecendo uma torre dourada. Eu mal podia acreditar que nossa incrível jornada tinha alcançado sua meta. O simples pensamento de que estava em Lhassa, sob o sol da cidade dos deuses, me deixava muda de, emoção. Pensei em minha família, tão longe, em terras brasileiras... meus pais já falecidos, meu marido morto tão de repente, minha irmã Eunice casada e feliz com seus dois filhos Carlos e Flávia, que eu tanto amava...

Recordei o sonho fantástico de conhecer o Oriente, que desde a infância me acompanhava e que agora se transformava em realidade...

Naquele instante o sol morria atrás do Mosteiro do Montão de Arroz, num, esplendor cor de púrpura. Desci para o jardim, a fim de melhor ouvir o som dos sinos e das longas trombetas de prata tibetanas, que anunciavam o último dia do Ano Novo, segundo o calendário lunar, usado no Extremo Oriente.

Soubemos depois que, durante os festejos do Ano Novo, o poder temporal do governo da cidade é retirado das mãos de seus membros usuais e colocado nas mãos do Abade do Mosteiro do Montão de Arroz, que, nessa ocasião, se transforma no Rex Sacorrum, tal como nos antigos tempos romanos. É possível que isto seja um golpe político para com o mais poderoso Mosteiro da Igreja tibetana, para reconciliá-lo com o governo comum do país, que agora está restrito aos quatro Mosteiros principais de Lhassa, chamados Lings.

O Abade do Mosteiro Montão de Arroz assume a soberania da cidade, em meio a muitas festas e honrarias. A sua chegada quase todos os prisioneiros são libertados, exceto os que cometeram crimes muito graves. Um dos deveres do novo Rei Sagrado é fazer conferências sobre religião, história e filosofia para a assembleia dos monges.

Consta que durante este período Lhassa abriga cerca de trinta mil monges vindos dos Mosteiros principais da cidade. Culto aos deuses lamaístas é feito diariamente pelo povo, na grande Catedral de Lhassa, desde a manhã até à noite e nuvens de incenso enchem o ar de um doce perfume de flores. No último dia da festa do Ano Novo, os tibetanos celebram a Festa das Flores, em homenagem ao aniversário da concepção de Sidarta Gautama, o Buda. A deusa cultuada neste dia é Maya Devi, a rainha mãe de Sidarta. O povo leva colares de flores vermelhas aos templos, trocam presentes entre si e a festa atinge o seu clímax com cânticos e danças muito formosos. O Dalai Lama é muito reverenciado neste dia e recebe os mais preciosos presentes.

Na noite que chegamos à Lhassa, saímos para ver a grande procissão de gala, que sai do Templo Ra Mo Che, que fica no centro da cidade. Em seguida, a procissão passou por uma linda ponte de mármore rosa chamada Ponte Mende e dirigiu-se ao Templo do Dragão ao norte de Lhassa. Lá, num santuário dourado, os monges depositaram oferendas de ouro, prata e jóias. Depois, trancaram e lacraram o aposento, que só poderá ser aberto no mesmo dia do ano seguinte.

À frente da procissão, vinham os Abades dos Mosteiros do Montão de Arroz e da Cerca da Rosa Silvestre. Saindo do Templo do Dragão, a procissão desceu o rio Tsang Po, em soberbas naves engalanadas de flores e fitas. E todos cantavam hinos aos deuses. Uma multidão seguia pelas margens do rio, num entusiasmo frenético. Em certo trecho do rio, os barcos ancoraram, os monges desembarcaram e seguiram a pé de volta para o Templo do Dragão, tendo antes feito oferendas de vinhos, doces, velas e perfumes, aos seres elementais da água, ninfas e ondinas. O povo voltou às suas casas para apanharem uma imagem de um boneco de argila. Nesta imagem, que representa o Ano Velho, eles colocam pedaços de roupa velha, uma ou duas moedas e invocam o demônio da doença e da má sorte para entrarem na imagem do boneco. De madrugada, os jovens noviços percorrem as casas, recolhendo estes bonecos e levam-nos para um lugar especial nas montanhas, que só eles conhecem, onde os bonecos são abandonados sob a guarda dos elementais da floresta. Em seguida, os noviços retornam a seus templos e os lamas celebram um rito especial, que completa a expulsão do Ano Velho. Este rito culmina com uma dança pitoresca de monges mascarados de reis demônios. As máscaras usadas nesta cerimônia merecem uma nota especial. No Tibete, as máscaras geralmente são feitas de papelão pintado de cores vivas, misturado com corda desfiada e panos finos, ocasionalmente tem incrustações de um metal leve.

Em Sikkim e Bhutan, onde a madeira é abundante, as máscaras desta cerimônia são feitas em madeira esculpida e cinzelada por artistas especiais. Geralmente são ornadas com barbas e cabelos feitos com pelos de iaque.

Amanhecia quase quando terminaram os festejos do Ano Novo e voltamos à Missão, onde estávamos hospedados, cansados e cheios de sono.

No dia seguinte, depois do almoço, saímos para conhecer a cidade de Lhassa. Nas ruas amplas, pavimentadas de pedras, o povo parecia jovial e transitava apressado. Mulheres carregavam crianças e conduziam burricos com cestas cheias de cereais. Lhassa não difere muito das outras cidades tibetanas que visitamos. Vimos os mesmos tipos de casas, o mesmo batalhão de mendigos e de cães vagabundos, o mesmo odor insuportável de coisas deterioradas. Em Lhassa, como em todo o Tibete, não havia instalações sanitárias nem esgotos. Os Mosteiros possuem enormes fossas, destinadas aos detritos orgânicos. Algumas casas ricas também, mas o povo em geral costuma jogar lixo e detritos nos terrenos baldios. Há uma falta de higiene completa que decepciona os ocidentais.

A cidade de Lhassa é dividida em vários quarteirões planos. Em Ihassassem ficam as lojas mais importantes. Aí, junto com produtos regionais, vimos com surpresa cremes de beleza de origem norte americana, máquinas de costura Singer, canetas Parker, tapetes chineses, sedas e brocados da Índia e do Egito, Coca-Cola e uísque escocês. Estes produtos são trazidos pelas numerosas caravanas que constantemente chegam e partem, via Nepal.

É no quarteirão de Chó que está situado o grande edifício da Imprensa Nacional do Estado. Ali vivem os monges literatos. Imprimem, com a maior perfeição, livros, folhetos, cartões e panfletos religiosos. Usam máquinas antiquíssimas. O papel é tipo pergaminho. É lá que se imprimem também os almanaques astrológicos tipo Efemérides, de Rafael, editadas em Londres e tão preciosas para os astrólogos, bem como o único jornal do Tibete, que conta com um número muito reduzido de leitores, pois a maioria da população é analfabeta. É curioso notar que nunca foi escrito nenhum romance no Tibete. Em geral, os livros versam sobre religião, arte e filosofia oriental.

"Todos os caminhos conduzem à Lhassa" - diz um velho provérbio tibetano. A principal rua de Lhassa é uma demonstração viva disso. Nas lojas desta rua encontramos todo o luxo da Ásia Central nas vitrines das lojas e bazares: peles de leopardo, raposa e ursos; peles de carneiro, sedas e brocados multicoloridos, roupas de seda chinesa, tapetes maravilhosos e lindas mesas de laca entalhadas com madrepérola. Lanternas e candelabros de bronze em forma de dragões, jarros, porcelanas delicadíssimas e toda a beleza das mobílias tibetanas cinzeladas a mão. No mercado de comidas encontramos o famoso chá de jasmim chinês, cestas cheias de apetitosas frutas, pêssegos da China e cerejas do Japão. Inúmeros perfumes orientais como almíscar, sândalo, Patchouli, em delicadas embalagens de prata filigranada, especiarias indianas, colares de coral, pérolas e braceletes do Nepal, velas de couro da Mongólia, caramelos, arroz integral de Sikkim, e todas as delícias dos quatro cantos da Ásia estavam ali, à disposição dos ricos tibetanos.

Vimos também uma fabulosa quantidade de objetos de ouro, oriundos do Tibete Central, que é tido como uma das regiões mais ricas do mundo. Este ouro jamais é vendido aos estrangeiros. Ele vem de Thok Jalung e Thok Daurapa, nas margens do rio Chang Tang, e do sul de Mani Serkha, perto do sagrado lago Yamdrok e das nascentes do rio Subansiri. Por motivos religiosos, pepitas de ouro, apesar de serem muitas, nunca são tocadas pelo povo, que só recolhe ouro em pó.

Discussões de preços são violentas, mas assim que realizam o negócio, os tibetanos voltam a falar e a rir animadamente, ajudados por grandes copos de cerveja fermentada chamada chang, vendida num restaurante próximo das lojas.

Acima de todo o burburinho da cidade, da multidão colorida, dos inúmeros bazares, acima de toda a Cidade Proibida, destaca-se a sombra colossal do palácio Potala, a residência oficial do Rei Deus do Tibete, o Dalai Lama, que, segundo dizem os tibetanos, conduz o Teto do Mundo rumo ao Nirvana, ou estado de beatitude suprema...

Transcrito de www.encontroespiritual.org por ismael de almeida

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«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
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