Falava-se sobre o medo.
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Mas, de onde vem o medo? É certo q desde a mais tenra idade ele surge e, muitas vezes perdemos o controle sobre ele. Mas porq? Qual sua origem? O medo nasce espontaneamente? Ou já o trazemos em nossa natureza? Vamos analisar.
Primeiramente, o espírito não tem medo. É qdo vem ao mundo q lhe nasce o medo. Observe: quando vem ao mundo, a criança está num verdadeiro paraíso; no aconchego e junto ao calor e aroma da mãe, ao alimento que lhe dá vida, nada a perturba, tudo a faz feliz e tranqüila, tudo está perfeito. Mas, essa perfeição não dura pois, de repente, surgem dores, fome, frio, deixa cair ou lhe tiram o objeto que tem nas mãos, um ruído mais forte a assusta... e a felicidade, o paraíso se vão...
Qdo tudo estava perfeito, a criança (seu “eu”) descobre o “não-eu”, o mundo ameaçador e os demais “eus” ao derredor e, como conseqüência, nasce o medo; devido ao medo cria, inconscientemente, uma defesa (psicológica) frente a esse mundo adverso, defesa que tentará poupá-la de qualquer sofrimento ou contratempo. Essa defesa observa, fiscaliza, seleciona, e sempre (com um ‘pé atrás’ e a nosso favor) desconfia de tudo e de todos. Como um crivo, tenta só deixar passar o que for bom e agradável para nós; esse é o ego (fruto do medo que, por sua vez, é fruto da ignorância) e que nos acompanha desde o nascimento até ser destruído, ou pela morte cerebral, ou pela “iluminação”, e q procura nos defender contra o mundo. Mas, como tudo procura fazer a nosso favor, é extremamente parcial, injusto e só vê a vida naquilo que seja agradável e benéfico para nós; por isso, sua interpretação do mundo é extremamente suspeita, não confiável, mas que consideramos totalmente natural. Vemos o mundo e o interpretamos através de sua miopia que, como espesso véu, não nos deixa perceber a realidade. Assim, não percebemos o que e quem realmente somos, que o “eu” é uma ilusão (maya), que a separatividade (o dualismo) não existe, e ficamos cheios de ilusões. Se soubéssemos quem e o q somos, não haveria ignorância e, consequentemente, medo de nada e de ninguém. O ego crê ou descrê disso e daquilo e fica totalmente condicionado ao que as tradições, costumes, cultura, crenças, religiões, sociedade, e suposições, nos impõem desde que abrimos os olhos para o mundo.
Como é fruto de nossa mente individual que, por sua vez, é manifestação através de cérebro bem ou mal estruturado, esse ego age e reage de acordo com as circunstancias e com o que já aprendeu na escola, do bem e do mal, que é a vida (condicionamentos), acertando e errando, e se (nos) iludindo.
E sofremos por nos tornarmos escravos dos atrativos do mundo (riquezas, posses, beleza, saúde, amizades, amores, afetos, vícios, sexo, poder, prestígio, fama), pelo medo de não tê-los ou, se os temos, pelo medo de perdê-los; julgamos que são coisas duradouras e nos agarramos a elas mas, como tudo é incerto e impermanente, sofremos porque, quando menos esperamos, cessam.
O ego, filho do medo inicial, é a causa de todos os sofrimentos do mundo, mesmo dos produzidos pelas forças da natureza. O ego é o único obstáculo entre nós e Deus. Eliminado, removido o véu, curada a miopia, vemos o Real e nos confundimos com ele.
Abraços.
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NA LUA NOVA.
«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.
Oração ao Criador
“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”
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