Anjo de Luz

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      (Teurgia - O entendimento de o que é Deus, através do estudo, da intuição, dos fenômenos naturais, fisiológicos e psicológicos e mentais, do Todo).

 

      Cel: olá, amiga; esse texto traz conceitos muito profundos que fazem perceber a impossibilidade de compreensão desse “mistério” q é Deus ou Consciência Infinita, do mistério da criação, da vida e de todo seu conteúdo, para quem ainda não teve a experiência de se perceber um com Deus (“eu e meu Pai somos um”).

      Por isso, o Buda, mestres e outros sábios, qdo inquiridos a respeito, apenas respondiam: “essas perguntas são irrelevantes! Venha e tenha sua própria experiência!”; e Paulo dizia: “e lá (em sua percepção vinda da experiência) vi e ouvi coisas inexprimíveis!”. Não há como comunicar, de modo a ser compreendida por quem ainda não a teve, a experiência jubilosa de se perceber Um com o Todo.

      A beleza e a extraordinária percepção e a felicidade (bem-aventurança) q vêm dessa experiência foram sempre simbolizadas nas figuras de seres alados, anjos, querubins e serafins, auréolas e raios de luz, tão comuns nas representações de santos da igreja cristã.

      Como diz o texto, “somente o q é infinito pode compreender o infinito”; assim, só aquele q alcança a infinitude da mente, isto é, cuja mente destrói seus próprios limites comuns e os ultrapassa, e se une à mente universal (se torna ilimitada pela expansão da consciência, fato que vem da eliminação das limitações trazidas pelo ego) tem essa percepção.

      Como também diz o texto, uma das maiores dificuldades para a compreensão do mundo transcendental (desses “mistérios”) é o condicionamento, a nós impostos pelas tradições, religiões, culturas, de um Deus antropomórfico, ele “lá” no alto, no “céu”, num lugar incerto, acima de tudo, todo poderoso; nós, o mundo, a criação “aqui” em baixo, dele distantes e separados, insignificantes criaturas, verdadeiros “vermezinhos num monturo de lixo”, como dizia uma “santa” da igreja católica.

      Texto: “A sutilização (ou “o q resulta”, parece mais claro) desse conceito conduz à crença de que Deus seja um grande espírito, ou um ser perfeito, puro, pleno, repleto das mais puras qualidades”.

      Cel: Por isso os atributos q a ele conferimos de amor, justiça, sabedoria, são as mesmas virtudes dos homens, elevadas a sua máxima potência. Contudo, tudo isso não passa de tentativas de mais perfeitamente simbolizá-lo; mas não há símbolos q O possam representar. É por isso q há tradições orientais q Lhe dão mais de mil nomes, relativos às benesses que Dele o mundo recebe, embora haja outras q o representam também, além de o Criador, como o Destruidor, pois q tudo, não só as coisas boas e edificantes, mas, também as coisas más e destruidoras da moral e da felicidade, têm existência no mundo.  

      Texto: O refinamento desse conceito leva ainda mais longe, à conclusão de que Deus não é um ser, mas o substrato (essência, a base, o “formador”) de toda existência, o mistério maior que permeia toda a realidade. indefinível

      Cel: por essa concepção, Deus é (como sábios, místicos e os físicos quânticos afirmam) a Subjetividade Absoluta, indefinível,  o sujeito sem objeto (pois q nada existe além dele); é o Todo Uno que se torna em toda a diversidade infinita, q compõe o universo manifestado.  Por isso tradições místicas orientais o denominam de o Criador universal, o Mantenedor/Conservador universal e o Destruidor universal (Brama, Vichnu, Shiva).

      Texto: esse conceito, uma das bases da filosofia do Taoísmo, “parece” ser a mais perfeita e avançada aproximação da divindade, para o estágio atual da mente humana...

    Cel: estágio da mente em geral, mas não absoluto; muitos o superaram.

      Texto: Nessa visão, Deus é amor puro, pura consciência, poder puro, criatividade pura.

      Cel: e daí, não havendo em Deus “condição” para o mal, e o mal existindo, teve de, sobretudo para as culturas ocidentais, forçosamente, surgir a figura de Satanás, uma explicação para o mal, “invenção” ou dedução, da mente humana, mas inexplicável e absurda frente àquilo q é “todo poderoso” e “infinitamente misericordioso”, nas concepções religiosas.

      Texto: Amor, Poder, Vontade, Sabedoria e Criatividade seriam Princípios que existiriam por si mesmos, no âmago da manifestação universal e impregnariam tudo o que existe no universo  

      Cel: princípios puros q estão na raiz de toda existência, de todos os fenômenos, sejam de que espécie forem na diversidade universal... todos os objetos em q se “transforma” a subjetividade absoluta...

      Texto:... seriam princípios de manifestação cíclica desses princípios puros, que estão na raiz de toda a existência.  

      Cel: Veja, acima, a dificuldade de expressar e de compreender essas coisas! Estamos condicionados, sobretudo os ocidentais, a crer q tudo q existe tem uma razão ou necessidade de existir, e que há um criador que faz com que exista; no entanto, aquele q tentou transmitir este texto colocou “princípios q existem por si mesmos”!! E essa é a visão daqueles que chegaram “lá” e, assim, compreenderam.
      Qto a essa questão de “fora do tempo”, é outra coisa difícil de entender, mas é o q afirmam todos aqueles q perceberam o Real, e q a “teoria da relatividade” de Einstein, já há cerca de 1 século, mostra ao mundo: tempo – espaço – objetos (matéria), não são entidades absolutas, mas relativas; compõem um “continuum” no qual, uns deles não existindo, os demais não existem. Todos os grandes místicos, e hoje a física quântica, afirmam q tempo, espaço, matéria são apenas ilusões, q dão, aos nossos sentidos de relacionamento com o mundo, as sensações que percebemos, “movimentos de ‘energias’”, “ações exteriores”, q produzem nossas “reações interiores”, das quais resultam, para nós, felicidades e infelicidades.

 

      Texto: o universo não é exatamente uma "criação" de Deus, mas uma “exteriorização” de sua própria consciência, que se metaboliza... contínua e ciclicamente, alternando períodos de manifestação e períodos de repouso, de duração igual. 

      Cel:... que se transforma, ciclicamente, no Todo e se desfaz no Nada; por isso dão a esse desconhecido a q as religiões ocidentais denominam Deus, os nomes de o Todo, o Nada, o Vazio, mas plenos de infinitas possibilidades; daí o simbolismo do inspirar e expirar, ou do dia e da noite de Buda. 

      Texto: Podemos concluir que Deus, em si mesmo, é ritmo...

      Cel:... talvez isso sejam os períodos de atividade e de descanso, dia e noite búdicos, expansão – movimento centrífugo, e retração – movimento centrípeto, dos quais um é o chamado “big bang”...  E qtos “big-bangs” já aconteceram no infinito e no eterno?!

      Texto:... mas suas manifestações são sem tempo...

      Cel: talvez isso signifique q acontecem além do mundo de espaço/tempo, nos domínios do não-perceptível para nossa limitada e finita consciência individual; por isso, sem tempo... 

      Texto: os Vedas afirmam: “Tudo é Brahma!”

      Cel: essa é a percepção de todas as tradições místicas orientais e ocidentais e, hoje, da física moderna; essa é, também, a concepção de muitos daqueles chamados “santos” da igreja católica. Não é "panteísmo", q é apenas uma filosofia proveniente de estudos e observações das coisas; já as afirmações dos místicos são provenientes de experiências pessoais de desde milênios a.C.

      Texto: O grande monismo (um só) Cósmico inerente a todas as grandes tradições espirituais afirma q o aspecto transcendente da divindade está acima de qualquer manifestação...

      Cel:... e mesmo de qualquer compreensão...

      Texto:... enquanto o aspecto imanente permeia todas as manifestações...

      Cel:... sejam relativas ao bem, qto ao mal... e isso está além do poder do pensamento, do raciocínio e da imaginação, pois só o compreende quem o vive pela experiência pessoal.  

      Texto: Outro Ponto essencial da Teurgia é jamais aplicar atributos e qualificativos à divindade suprema, pois por mais elevados q sejam trazem complicações e contradições. Assim, se Deus é "bom" e é o Criador como entender a presença do mal? Se Deus é onipotente, porq não tem poder para eliminar seus opositores ou de impedir a prática do mal? Se Deus é onisciente, como não sabia...

      Cel:... como ainda hoje não sabe em q monstros se transformariam suas criaturas e q teria de penalizar os transgressores de suas leis?! Sendo onisciente, saberia de tudo e, sendo perfeita sabedoria e todo poderoso “corrigiria” seu processo criativo, para só criar seres ideiais...; não sendo onisciente, assusta-se e se decepciona e se arrepende ao ver em q se tornaram as criaturas q Ele mesmo, conforme doutrinas, idealizou, desenhou e produziu... e, se onisciente, saberia de todos os desvios q iriam acontecer e, se sabia, porq os fez acontecer? Nunca houve, nem haverá respostas satisfatórias a essas perguntas porque elas são absurdas pois, os pressupostos dos quais elas partem, são absurdos. Tais perguntas só podem ser formuladas por quem tenha uma visão totalmente antropomórfica da divindade e por quem, devido aos condicionamentos, tenta aplicar categorias (conceitos, qualidades, características do espaço-tempo) àquilo q está além do espaço-tempo. 
      Texto: Na realidade, a harmonia da ordem divina é tão ampla, q todas as desarmonias aparentes por ela e nela se harmonizam.

      Cel: os sábios dizem q, numa matemática misteriosa, todos os opostos do mundo do espaço-tempo, se harmonizam no mundo atemporal. Daí, também, o dizer-se q tudo no atemporal é perfeito; que os aparentes conflitos de nossa vida são ilusórios, todos apenas aspectos ilusórios de uma coisa única.

      Texto: Os mitos e alegorias (e símbolos, e dogmas) são nada mais do que coisas produzidas para tentar explicar a existência da realidade que transcende toda imaginação do homem.

      Cel: No entanto, tudo isso, hoje, está totalmente ultrapassado, particularmente com o advento da nova física q, pela primeira vez na história do mundo, permite q ciência e religião, tradicionais adversárias de mais de 3 séculos, se dêem as mãos. Revelações da física quântica,  trouxeram, também, a necessidade de se repensar as concepções religiosas, pois q mostrou um novo papel do homem, antes não imaginado, na obra da criação e neste universo sem fim.  Talvez as religiões não se manifestaram a respeito (e já são cem anos passados) com receio do impacto q tais descobertas produziriam junto aos fieis, ou frente à necessidade de terem de repensar as premissas básicas.

      Texto: O fundamentalismo religioso atual tem sido levado à tentativa de voltar às antigas crenças e, assim, conquistar a sensação de certeza que elas proporcionavam aos homens primitivos. É uma reação do homem moderno, perplexo diante das contradições e angústias da modernidade, tentando voltar a uma segurança q os valores do passado asseguravam. 

      Cel: todas as tentativas nesse sentido foram inúteis; a religiões se negam, talvez por condicionamentos irremovíveis, voltar ao passado. Dentro desse quadro podemos ver o cristianismo de hoje considerado por antropólogos, pesquisadores e historiadores, totalmente diferente daquele do tempo de Jesus. Religiosos (como sacerdotes católicos) que viveram em culturas orientais e estudaram, por ex, o budismo, afirmam q tais filosofias enriqueceriam o cristianismo, mas q, em face dos condicionamentos, isso será coisa extremamente difícil de acontecer.

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Date: Tue, 12 Mar 2013 23:50:07 -0300
Subject: TEurgia
From: agmilena@gmail.com
To: luconfortijr@hotmail.com

Sr, Coronel,
Como vai? Li esse texto, achei-o interessante, embora não tenha conhecimento para questioná-lo. Qual a sua visão a respeito?

FUNDAMENTOS BÁSICOS DE TEURGIA

Em seu conceito literal, Teurgia é uma palavra criada pelos neoplatônicos da Escola de Plotino e Amônio Saccas para caracterizar um tipo de magia, em que a produção de fenômenos estava subordinada aos movimentos de expansão da consciência, sendo uma conseqüência indireta das ações da consciência. Por ser um conceito excessivamente sutil, passou para o vernáculo de forma simplificada, como a prática mágica que envolve comunicações com os anjos e os espíritos planetários.
Diferentemente da Teologia, a Teurgia não se baseia em uma contextualização religiosa de fundo histórico e social, e sim numa percepção intrínseca sobre a natureza do Divino, proveniente de místicos de todas as eras. A Tradição iniciatória universal não pode ser considerada uma contextualização histórica, tal como a teologia, visto que sempre existiu em todos os povos e em todas as épocas.
Na própria Grécia, considerada a sede da vertente da filosofia e do racionalismo, a tradição iniciatória existiu durante toda a história grega, no eixo que vai de Orfeu a Apolônio de Tiana, passando por Pitágoras, Platão, Plotino e as instituições de mistérios de Elêusis e da Samotrácia.
A compreensão humana acerca da natureza do divino só pode ser desenvolvida de forma parcial e através de “aproximações sucessivas” e insights. A mente finita não pode, obviamente, entender o infinito. Pode captá-lo parcialmente através de sua intuição espiritual.
A maior dificuldade para a compreensão do mundo transcendental é o condicionamento antropomórfico profundamente arraigado que temos sobre a Divindade, supondo que Deus seja um homenzarrão sentado em um trono em algum lugar do céu. A sutilização desse conceito conduz à crença de que Deus seja um grande espírito, ou ainda de que é um Ser perfeito, puro, pleno, repleto das mais puras qualidades.
O refinamento desse conceito leva ainda mais longe, à conclusão de que Deus não é um Ser, mas uma “seidade”, como afirmam os taoístas da antiga tradição chinesa, a raiz de todo ser e o substrato de toda existência, o mistério magno que permeia toda a realidade. Nessa concepção, seria sujeito, sem objeto, embora possa objetificar-se através do universo manifestado.
Esse conceito, a base da filosofia taoísta, parece ser a mais perfeita e avançada aproximação da divindade, para o estágio atual da mente humana. Nessa visão, Deus é amor puro, consciência pura, poder puro, criatividade pura. Não haveria ninguém (nenhum ser) que tenha esses atributos, e nem haveria possibilidade de se aplicarem atributos à divindade. Amor, poder, vontade, sabedoria e criatividade seriam princípios que existiriam por si mesmos, no âmago da manifestação.
Eles existiriam como a “coisa em si” e impregnariam tudo o que existe no universo. Este seria uma manifestação cíclica desses princípios puros, que estão na raiz de toda a existência.
Como esses princípios existem fora do tempo, não tem sentido a pergunta absurda de “quando Deus teve origem e quando começou a criar universos?”. Não se pode aplicar atributos temporais a algo que existe fora do tempo.
Este nosso presente universo é apenas um dos infinitos universos que existiram no passado e dos infinitos universos que existirão no futuro. Criar e destruir universos é algo tão inerente à natureza divina como o ato de respirar o é para nós.
O universo não é exatamente uma “criação” de Deus. É antes, uma “exteriorização” de sua própria consciência, que se metaboliza continua e ciclicamente, alternando períodos de manifestação e períodos de repouso de igual duração. Em uma intuição simples, podemos concluir que Deus em si mesmo não está no tempo, mas suas manifestações estão no tempo (elas são o próprio espaço/tempo e tudo o que se move no oceano do espaço/tempo).
Há uma frase nos Vedas que afirma “Sarvam Tat Kaluvidam Brahm” (Em verdade tudo isso é Brahm), o que não significa que seja “panteísmo”. O panteísmo é uma doutrina simplória que identifica o Supremo como seus atributos e suas manifestações, e o infinito, com a soma numérica dos finitos. O grande monismo cósmico inerente a todas as grandes tradições espirituais afirma que o aspecto transcendente da divindade paira acima de qualquer manifestação, enquanto o aspecto imanente permeia todas as manifestações.
Dizer que o “Universo é Deus”, ou que “Deus é o Universo” é tão errado quanto supor que Deus criou o Universo e ficou do lado de fora, observando.
A relação entre o transcendente imanifesto e o imanente manifestado é algo de uma complexidade e sutileza , que escapa ao poder do pensamento e da palavra. 
Outro ponto essencial na Teurgia é jamais aplicar atributos e qualificativos à divindade suprema. Mesmo os mais elevados atributos trazem complicações e contradições. Se Deus é “bom”, como entender a presença do mal do universo? Se Deus é Onipotente, por que não tem poder para eliminar seus opositores (o mal)? Se Deus é onisciente, por que não sabia que parte de sua obra iria se desviar e que Lúcifer se tornaria um “anjo rebelde”?
Se Deus é onisciente, conheceria o futuro e saberia que todos esses desvios iriam acontecer. Se o sabia por que os fez? E se é onipotente, por que os deixou acontecer? Nunca houve, nem haverá respostas satisfatórias a essas perguntas porque elas são absurdas em seus próprios pressupostos sobre a natureza da Divindade e de suas manifestações. São perguntas formuladas por quem carrega uma visão antropomórfica sobre o Divino e por quem tenta aplicar categorias temporais àquilo que existe fora do tempo.
Na realidade, a harmonia da ordem divina é tão ampla, que é capaz de harmonizar todas as desarmonias aparentes e de simetrizar todas as assimetrias, da mesma forma que a harmonia e a unidade absoluta do oceano pode abranger ondas que se entrechocam em diferentes direções, em aparente conflito. Todas as turbulências e tempestades do mar são entrechoques superficiais, movimentos contingentes de ajustamento cármico entre aspectos ilusoriamente separados de uma coisa única. Esses movimentos, tais como as ondas do mar, não afetam as profundezas calmas e silenciosas, nem afetam a unidade absoluta e a harmonia que reinam no seio do oceano.
Os mitos e alegorias usados para explicar a existência do mal constituem tentativas da mente humana de racionalizar e compreender as contradições e assimetrias existentes no universo.
Essas racionalizações foram feitas no passado e atendiam às mentes simples e primitivas do homem da antiguidade. Estão totalmente defasadas das necessidades do homem moderno e de sua nova visão de mundo. 
O fundamentalismo religioso de nosso tempo é a última tentativa do homem moderno de restaurar a segurança das antigas crenças e obter a sensação de certeza que elas proporcionavam aos homens primitivos. É uma reação do homem moderno, perplexo diante das contradições e angústias da modernidade, tentando voltar à segurança e aos valores do passado.
Por mais que o fundamentalismo pareça forte e atraia multidões, está condenado a desaparecer, porque só tem olhos para o passado, ainda que forneça algum alento para o desespero e a falta de referência espiritual da modernidade. Não será no passado nem nos dogmas que encontraremos soluções para nossos problemas.

A solução está em descortinar o futuro, por meio das sínteses reintegradoras do verdadeiro ecumenismo, e na ativação do princípio crístico essencial que vive no âmago de todas as criaturas.

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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