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O Futuro da Humanidade e a Civilização Solar

O Futuro da Humanidade e a Civilização Solar

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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No século XIV a.C., na XVIII Dinastia, no reinado do Faraó Akhenaton, anteriormente conhecido por Amen-Hotep IV (Amenóphis IV, em grego), o culto a Aton (Disco Solar), o primeiro monoteísmo da história, foi implantado no Egito, para, poucos anos após, desaparecer nas névoas do tempo.

Akhenaton, que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária.

Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

Aquele que conseguir despertar o seu “Sol Interior” terá o dever de mostrar aos

seus irmãos de jornada o caminho para essa descoberta.

E que os “Filhos do Sol” despertem e encontrem-se nesta vida!

(Paulo R. C. Medeiros)

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Os brasileiros, em geral, desconhecem o verdadeiro significado místico que envolve a construção de nossa Capital Federal. Existiriam mistérios e segredos, véus a serem desvelados? Quais teriam sido os fatores determinantes para a construção de Brasília?

Brasília, através de sua bela arquitetura, é um livro aberto para todos nós. Mas somente aqueles que conseguirem entender o que existe nas entrelinhas, onde estão as mensagens ocultas, encontrarão um grande e inestimável tesouro.

Descobrirão, também, que um dos mais significativos acontecimentos históricos do século XX, embora nem todos pensem dessa forma, foi a construção, em pleno Planalto Central, da nova Capital do Brasil: Brasília.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Uma parte significativa da história do século XX foram as inúmeras guerras deflagradas pelo planeta inteiro. Dor, sangue e desespero marcaram esses conflitos e milhões de pessoas morreram. Mas a fundação de Brasília, ao contrário, trouxe uma mensagem positiva e pacífica para a Humanidade.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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A mensagem de Brasília é tão forte que, em data de 7 de Dezembro de 1987, a Unesco a reconheceu como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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A fundação de Brasília, em data de 21 de abril de 1960, não significou apenas a construção de mais uma cidade planejada. Todo o projeto do plano-piloto continha um significado profundamente místico e cuja origem era claramente egípcia.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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O Presidente Juscelino Kubitschek é considerado como um “faraó do século XX”, que projetou seu sonho grandioso na construção de Brasília. Observe-se o Sol que brilha no alto da capa da “Time”. Para alguns místicos, ele seria a reencarnação do próprio Faraó Akhenaton...

Quanto à hipotética reencarnação, o mais correto seria imaginarmos que Juscelino Kubitschek foi “impregnado” pela atmosfera mística de Akhetaton. Isso, anos mais tarde, foi determinante para a fundação de Brasília.

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Inegável que Brasília é, portanto, uma nova Akhetaton, a cidade sagrada de Aton, o Sol. A “Cidade do Horizonte de Aton”, ou seja, do nascer e pôr-do-sol, do Deus vivo e presente na vida de todas as pessoas.

Por volta de 1930, Juscelino, ainda um jovem estudante, viajou pelo Mediterrâneo e visitou a cidade de Tell El-Amarna, a Akhetaton. Essa visita definiria parte da história de nosso País. Ali, em meio às areias quentes do deserto, surgiu a semente da cidade que, um dia, seria chamada de Brasília.

“Levado pela admiração que tinha por esse autocrata visionário, cuja existência quase lendária eu surpreendera através das minhas leituras em Diamantina, aproveitei minha estada no Egito para fazer uma excursão até o local, onde existira Tell El-Amarna.”

“...vi os alicerces da que havia sido a capital do Médio Império do Egito. A cidade media oito quilômetros de comprimento por dois de largura. À margem do Nilo, jardins verdejantes haviam sido plantados e, atrás deles, subindo a encosta da rocha, erguera-se o palácio do Faraó, ladeado pelo grande templo”.

(Meu Caminho para Brasília, JK, p.111)

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“...tudo ruínas! O grande sonho do Faraó-Herege convertido num imenso montão de pedras, semi-enterrado na areia!”

(Meu Caminho para Brasília, JK, p.111)

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“Hoje, tanto tempo percorrido, pergunto-me, às vezes, se essa admiração por Akhenaton, surgida na mocidade, não constituiu a chama, distante e de certo modo romântica, que acendeu e alimentou meu ideal, realizado na maturidade, de construir, no Planalto Central, Brasília – a nova Capital do Brasil.”

(Meu Caminho para Brasília, JK, p.111)

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Palavras do próprio Juscelino Kubitschek que revelam, com clareza, de onde teria vindo a sua determinação de construir a nova Capital brasileira em pleno Planalto Central.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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São explicações que poucos compreenderam até agora, pois, para entendê-las, é necessário conhecer a fascinante história do próprio Faraó Akhenaton.

Conhecer os fatos ocorridos no Egito há mais de três milênios. Da história da XVIII Dinastia!...

Sem entendermos a história e a mensagem de Akhenaton, certas decisões de Juscelino Kubitschek ficarão envolvidas em profundo mistério.

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O livro “Brasília Secreta” da egiptóloga Iara Kerns e do empresário Ernani Figueras Pimentel, publicado pela Editora Pórtico, mostra claramente essas intrigantes relações entre Akhenaton e Juscelino, bem como entre Akhetaton (a cidade sagrada) e Brasília.

“Segundo especialistas esotéricos, Juscelino e Brasília vieram nos dias atuais para consolidar o que Akhenaton e Akhetaton não puderam fazer em sua época. Tanto Juscelino quanto Akhenaton construíram para o futuro, apesar de os outros faraós terem construído para os mortos, na própria visão de Juscelino.”

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São João Melchior Bosco, em italiano Giovanni Melchior Bosco, mais conhecido como “Dom Bosco”, nasceu em 1815, na Itália, e faleceu em 1888. Ordenado pela Igreja Católica, foi canonizado em 1934. Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco teve uma visão profética a respeito de uma cidade que seria construída entre os paralelos 15º e 20º, que muitos entendem como sendo Brasília.

"...entre os paralelos 15º e 20º graus, havia uma enseada bastante extensa e bastante larga, partindo de um ponto onde se formava um lago..."

Nessa terra, conforme a visão de Dom Bosco, surgiria uma grande civilização, na qual jorraria leite e mel.

Essas palavras proféticas influenciaram a decisão final quanto ao local onde seria instalada a nova Capital Federal.

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Dom Bosco tornou-se o padroeiro de Brasília. Em sua homenagem, foi construída uma pequena capela em forma piramidal, às margens do lago Paranoá: a “Ermida Dom Bosco”.

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Mas há quem diga que a proposta de construir Brasília no interior do País teria partido de José Bonifácio de Andrada e Silva, que, em carta à Corte, em Lisboa, sugere: "Criar uma cidade central no interior do Brasil, para assento da Regência que poderá ser em 15° de latitude, em sítio sadio, ameno, fértil, e junto a algum rio navegável...”

Em 1822, a idéia de José Bonifácio de Andrada e Silva é aprovada pelos deputados brasileiros e o nome “Brasília” é sugerido por ele próprio, anonimamente, um ano mais tarde.

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Juscelino decidiu realizar, no dia 4 de abril de 1955, o seu primeiro comício como candidato à Presidência da República, na ainda pequena cidade goiana de Jataí. Nessa ocasião, foi inquirido por um popular. Uma pergunta que entrou para a História...

A pergunta foi direta: era sua intenção cumprir a Constituição de 1891 e transferir a Capital do Brasil para o interior do País? Sua resposta foi dada de imediato. Em poucas palavras, o destino do Brasil foi traçado...

"Cumprirei em toda a sua profundidade a Constituição e as leis. A Constituição consagra a transferência. É necessário que alguém ouse iniciar o empreendimento – e eu o farei!”

Esse foi um momento histórico para o País, pois a promessa foi cumprida à risca e no curtíssimo prazo de quatro anos.

O autor da pergunta, que também passou a fazer parte da história de Brasília, foi um jovem, Antônio Soares Neto, que ficou conhecido como “Toniquinho JK”.

Antônio Soares Neto, o “Toniquinho JK”, advogado, hoje reside na cidade de Goiânia.

Foi agraciado com o título de “Cidadão Honorário de Brasília”.

A homenagem a “Toniquinho JK” foi justa, pois a sua pergunta teve o dom de despertar Juscelino Kubitschek para aquela que seria a grande obra de sua vida.

Coincidência ou não, também quatro anos foram necessários para que Akhenaton mudasse o governo da cidade de Tebas para Akhetaton, que também foi planejada e construída em tempo recorde.

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Hoje existe, na cidade de Jataí, um memorial a Juscelino, em homenagem a esse fato histórico e decisivo para o surgimento de Brasília. Para alguns, se Juscelino é o “pai” de Brasília, Jataí, como resultado da pergunta de “Toniquinho JK”, seria a sua “mãe”.

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O que Juscelino não contou para quem aplaudiu as suas palavras, naquele memorável comício em Jataí, realizado numa oficina mecânica e cuja platéia não passava de 500 pessoas,

...é que ele tentaria ressuscitar a milenar Tell El-Amarna, a Cidade Sagrada do Faraó Akhenaton, e implantá-la em pleno coração do Brasil!

Brasília, a nova “Capital do Sol”, teria a Luz brilhando no firmamento e no coração das pessoas. A “Mensagem Solar” seria transmitida através de sua ousada arquitetura.

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Sua posse, no cargo de Presidente da República, ocorreu em data de 31/01/1956. Começava a “era de Akhenaton” em solo brasileiro.

Com o início da “era de Akhenaton”, estariam à disposição dos brasileiros os fundamentos e princípios da religião Solar, que teve o seu apogeu na Cidade Sagrada de Akhetaton. Um chamamento para os “Filhos do Sol”!

A construção de Brasília, fruto da visita de Juscelino às ruínas de Tell El-Amarna, marcou, de forma consciente ou não, o início desse notável período de nossa história.

Juscelino, com certeza, foi o instrumento adequado para dar início a um projeto que começa a tornar-se compreensível nos dias atuais.

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Com a eleição de Juscelino Kubitschek à Presidência da República, o arquiteto Oscar Niemeyer foi convidado para projetar a nova Capital do País. Niemeyer aceitou desenhar os edifícios governamentais, mas sugeriu um concurso nacional para traçar os planos urbanísticos de Brasília, que foi vencido por Lúcio Costa.

Entre os edifícios de Brasília desenhados por Niemeyer estão: o Congresso Nacional, os Palácios da Alvorada, da Justiça e do Planalto, a Catedral, a Universidade de Brasília, o Teatro Nacional e o Memorial JK.

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O arquiteto Lúcio Costa nasceu em Toulon, França, em 27 de fevereiro de 1902, filho de brasileiros em serviço no exterior. Após retornar ao Brasil, em 1917, estudou pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, diplomando-se em 1924. Em 1957, venceu o concurso nacional para a elaboração do Plano Piloto de Brasília, tendo em mente uma cidade que seria, intencionalmente, uma obra de arte.

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Os primeiros esboços de Lúcio Costa. O Plano Piloto de Brasília deveria partir de uma cruz – o “sinal da Cruz”. Segundo historiadores, essa cruz deveria corresponder a um ato de posse da terra.

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Conforme havia prometido, Juscelino Kubitschek diz à Nação em data de 21 de abril de 1960: "Neste dia – 21 de abril – consagrado ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao centésimo trigésimo oitavo ano da independência e septuagésimo primeiro da República, declaro, sob a proteção de Deus, inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil".

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Todas essas pessoas, Juscelino Kubitschek, Dom Bosco, José Bonifácio, Tiradentes, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e aquele jovem de Jataí, Antônio Soares Neto (Toniquinho JK), foram instrumentos para a realização do grandioso sonho: a criação de uma Capital do Sol, Brasília.

Uma Capital do Sol!... É isto que, na verdade, a Capital do Brasil representa. Tudo nela foi projetado em função das Tradições Solares do Antigo Egito.

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Algumas pessoas dizem que o Plano Piloto de Brasília (PPB) representa uma imensa nave desenhada no solo. Tal comparação não está errada, mas,...

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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...de acordo com as idéias ligadas ao Egito, claramente evidenciadas em muitas construções, o mais correto é que o Plano Piloto represente, de fato, a “Ísis Alada” ou o próprio Hórus.

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A primeira fonte a ser examinada é Ísis, esposa do deus Osíris. Ísis foi a mais amada de todas as divindades femininas do Egito. Além disso, no plano arquetipal, é de um simbolismo poderoso.

Das asas de Ísis poderia ter surgido a inspiração para as duas asas de Brasília, cujo eixo está alinhado com o nascer (leste) e pôr-do-sol (oeste).

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Mas temos de lembrar do filho de Ísis e Osíris, Hórus, também conhecido como o “Deus-Falcão”. Todos os faraós encarnavam o espírito de Hórus.

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Tal como ocorre com as enigmáticas linhas de Nazca, no platô peruano, a perfeição do desenho de Brasília só é visível do alto.

Surgem, agora, mais evidências de que a escolha do próprio local para a construção de Brasília não foi um mero acaso.

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O pesquisador Carlos Alves, de São Caetano/SP, apresenta uma visão extraordinária a respeito do desenho do Plano Piloto de Brasília, que ele denominou de “Grande Pássaro da Paz”.

(www.nostradamus.net e www.theportuguese.net)

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Carlos Alves percebeu que o eixo central de Brasília é uma linha que divide a América do Sul em duas partes iguais.

Carlos Alves denominou o desenho de Brasília como o “Grande Pássaro da Paz”. O eixo de Brasília seria a “Linha de força para o rumo no vôo do Grande Pássaro”.

“A figura do ‘Grande Pássaro' ou mesmo Nave, como muitos mencionam, é moldada pela geometria do Lago Paranoá. A silhueta do lago é o forno, uma espécie de útero que cria e dá forma à Nave. O ninho criador.” (Carlos Alves)

O “Grande Pássaro da Paz”, “Ísis Alada” ou o seu filho, Hórus, o “Deus-Falcão”, são diferentes denominações para um mesmo desenho no coração do Brasil.

Esta seria uma poderosa mensagem de paz e esperança não só para os brasileiros, mas para toda a Humanidade, pois o “Grande Pássaro da Paz” circunda, com seu vôo, a Terra.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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O simbolismo de Brasília revela muitas facetas enigmáticas. Mas uma é clara e evidente: o Solstício de Verão do hemisfério Sul, a grande Festa Solar.

“O Solstício de Verão (SV) ocorre nas proximidades do Natal, entre os dias 21 e 22 de dezembro. O hemisfério sul recebe uma grande insolação e a estação é o verão.”

(Civilização Solar – MSG 064 Setembro de 2008)

No Solstício de Verão, no Hemisfério Sul, o Sol posiciona-se exatamente sobre o trópico de Capricórnio.

Se há um lugar no Brasil onde seria justificável uma “Festa do Sol” é justamente Brasília. O chamamento para essa grande e ímpar comemoração tem sido muito forte e insistente...

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Foto da construção do Eixo Monumental de Brasília. Até mesmo a expressão “Eixo Monumental” resgata a tradição pela busca da grandiosidade, típica das obras faraônicas.

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A arquitetura do Congresso Nacional mostra o Sol Nascente (Senado) e a Lua Crescente (Câmara dos Deputados). A rampa é herança dos palácios egípcios. O que vemos aqui é uma simbologia esotérica, claramente reconhecível por qualquer pesquisador.

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Fotografia do Sol nascendo em Brasília? Não, apenas a cúpula do Senado. Poucas fotos mostram, de forma tão clara, o significado Solar do projeto arquitetônico.

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Templo mortuário de Al-Deir Al-Bahari, da Rainha Hatshepsut, em Tebas, a cidade de Amon, hoje conhecida como Luxor. Sua rampa e colunas frontais teriam servido de modelo para a fachada do Congresso Nacional?

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O Sol nasce entre os dois edifícios a cada aniversário da cidade, em 21 de abril, mostrando um exato alinhamento astronômico que foi calculado minuciosamente. Mas ele se põe, diariamente, no lado oposto, atrás do Memorial de Juscelino.

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O alinhamento com o Sol e estrelas era essencial na construção das pirâmides e catedrais da Idade Média. Não foi diferente em Brasília.

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Imagem: Frederik Ludwig Norden – Século XVIII

Outra fonte de inspiração: o Templo de Luxor. Os dois obeliscos teriam inspirado os arquitetos para construir as duas torres do Congresso Nacional?

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O alinhamento entre o Congresso Nacional – o “Templo do Sol e da Lua” – e os ministérios não foi apenas um detalhe de projeto.

Ministros são “guardiões” do Poder e, como tais, devem posicionar-se nas laterais.

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Alameda no Templo de Luxor. As estátuas guardiãs (pequenas esfinges) teriam servido de modelo para o posicionamento dos ministérios ao longo do Eixo Monumental e com o Congresso Nacional, o “Templo do Sol e da Lua”, ao fundo?

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A arquitetura do Teatro Nacional, idealizado por Oscar Niemeyer, mostra, com clareza, as formas de uma pirâmide truncada.

O Palácio da Alvorada, que poderia ser chamado de “Palácio do Sol Nascente”, é a residência oficial do Presidente da República.

Tantos significados de natureza mística e esotérica só podem nos levar à uma outra conclusão: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer teriam de saber perfeitamente a verdadeira motivação de Juscelino. Foi, em realidade, um sonho compartilhado entre esses três personagens da história de Brasília.

Hoje, podemos perceber que o sonho faraônico de Juscelino Kubitschek concretizou-se. Até mesmo uma pirâmide mortuária foi construída para acolher seus restos mortais – a sua “múmia”.

Seu túmulo, na mais pura tradição faraônica, fica acima do solo, inteiramente talhado em pedra.

Como todo faraó almejava, Juscelino Kubitschek soube conquistar a sua eternidade. Nasceu em Diamantina, Minas Gerais, em 12/09/1902, e faleceu em 22/08/1976, em acidente rodoviário. Hoje, do alto de seu próprio pedestal, ele observa a sua tão querida e amada “Akhetaton”, a Capital Solar brasileira: Brasília.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

Não se pode mais negar o fato de que Juscelino Kubitschek construiu uma segunda Akhetaton, a Cidade Sagrada de Aton, o Sol.

O que nós, brasileiros, poderemos pensar a respeito: delírio de um visionário ou uma importante mensagem para todos nós?

Para aqueles que acreditam em desígnios misteriosos e insondáveis, a mensagem é, certamente, a alternativa verdadeira. Essa mensagem é maior do que a própria carreira política de Juscelino Kubitschek.

Brasília é uma cidade eclética, na qual todas as correntes religiosas e espirituais podem conviver na mais ampla paz e harmonia. É um grande exemplo para o mundo.

A mensagem de Brasília, a “Akhetaton do Planalto Central”, é dirigida ao futuro, quando poderá ser melhor compreendida.

Contudo, essa mensagem não é apenas para os brasileiros, mas para toda a Humanidade. A vida de Akhenaton foi um dos maiores acontecimentos da história.

O papel de Brasília é o de manter viva a história do Faraó Akhenaton e revelar a sua poderosa mensagem para o mundo. Teremos muito a ganhar com isso.

Brasília, a “Nova Akhetaton”, a “Capital Solar” brasileira, pertence aos “Filhos do Sol”, que sabem, agora, porque devem amá-la e respeitá-la!

Todos os sinais indicam que os “Filhos do Sol” reencontraram, no século XXI, o seu Lar. Talvez seja esta a parte mais importante da “mensagem”.

Todos, independentemente de crenças religiosas ou filosóficas, somos “Filhos do Sol”.

Mas só percebemos isso quando ocorre uma profunda mudança consciencial. Cada “Filho do Sol” que desperta é uma esperança a mais para o mundo.

Namastê!

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Esta apresentação, através da rede da Internet, objetiva a difusão, sem qualquer objetivo comercial, de princípios e valores importantes para a Humanidade, vitais para o seu momento atual e o futuro próximo.

Tudo o que aqui está registrado faz parte da herança cultural que pertence a todos os seres humanos, independentemente de raça, credo ou condição social, dentro do princípio fundamental de que fazemos parte de uma só família planetária.

Cada um de nós tem o direito e o dever de contribuir para um mundo melhor. Os textos aqui apresentados podem ser copiados, repassados ou traduzidos para qualquer idioma.

A meta é justamente uma difusão ampla e global, pois há questões urgentes e cujos prazos para resolvê-las estão mais curtos a cada dia que passa.

Há pressa. Muita pressa!

Na mensagem de Akhenaton – uma proposta unificadora e sem fronteiras, conciliatória e fraterna – poderão estar algumas das respostas que a Humanidade tanto necessita neste início de século. Bastaria procurá-las.

Agradeço a todos que, de alguma forma, colaboraram com seus conceitos, músicas e imagens para que este trabalho fosse divulgado. Participam, assim, de uma corrente pelo bem do planeta e de esperança quanto ao futuro da Humanidade.

Que o Sol sempre brilhe em nossas vidas!

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Paulo R. C. Medeiros, autor destas mensagens, reside em Campo Grande/MS e poderá ser contatado através do e-mail:

sinfoniams@ibest.com.br

http://www.civilizacaosolar.org

Pedimos a todos que evitem o uso comercial destas apresentações. Estas mensagens refletem a nossa esperança em um mundo melhor e não a perspectiva de ganhos financeiros. Quem se julgar prejudicado pelo uso das imagens, embora devidamente referenciadas, poderá solicitar a exclusão das mesmas.

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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