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OS DEUSES QUEREM VOZES PARA SE PERPETUAR! Por Cristina Guedes

Olá Amigos dos Anjos de Luz, estou dividindo com vocês as idéias e as percepções desses especialistas em Literatura. Sim, não estou tão em dia com minha sessão blogs e Artigos aqui, mas são muitas as demandas
nesse momento.

Todavia, em níveis diferentes e bem requisitados pela
fortuna crítica que alça vôo convidei esses autores abaixo para fazerem a
cumplicidade da leitura com vocês.

Aos poucos vou recebendo os
materiais de descobertas vastíssimas para meu trabalho. Supostamente
creio que vocês vão gostar do que vão ler abaixo, pois o Sol é doador
de vida, dos ciclos e das gerações...e a Casa, Cristina?

Bem, neste novo momento de permissão, há uma Casa do Amor e do Riso
totalmente fundamentados numa beleza além fronteiras do inconsciente.

Hoje certamente convido vocês para travarem correspondências com ela e com
elas. A linguagem será um dos pontos altos dessas duas mulheres.

As relíquias, a afetuosidade, mas uma memória extremamente antiga e nova
surge como uma profecia urgente para todos. Iinício de um outro
autoconhecimento.

Vocês entederão e se preencherão da Casa incomparável que são.

E saibam, que todo interesse da vida é saber escolher, mas escolher bem aquele que nos difunde e celebra-nos há séculos.



Deus abençoe todos com aquele abraço oceânico!

Cristina Guedes



Apreciação do Livro A Casa do mundo no Reino dos Arcanos

Por Yvone Pessoa

Cristina Guedes já inicia o trabalho com a percepção de apelar à “porta celeste
do inconsciente para passagens luminosas”. Realmente houve uma
utilização da sabedoria do inconsciente, evidentemente que toda obra de
arte, nos mostra esta sabedoria, mas a autora se mostrou “consciente”
deste fato.

Muitas vezes, como analista de textos, usando o método francês de análise, oriundo dos conhecimentos do
estruturalismo, mostro aos alunos o inconsciente do autor, que não é
perceptível nem mesmo a ele. O estruturalismo ou análise de texto do
método francês é um trabalho muito minucioso de “desconstrução” do
texto, em vários níveis, para em seguida reconstruí-lo, com o suporte
de análise.

Cristina alude os símbolos, e este é algo que gostaria de especificar: O símbolo é a visão humana do arquétipo,
vejamos, o arquétipo é de caráter de tal “numinosidade” que a psique
humana não tem como acessá-lo, esta então o apreende inconscientemente
e este passa à consciência na forma de símbolo.

Uma das características de alguém que percorre o caminho da “Individuação”(e
não individualização), é estar em contacto com o mundo do inconsciente,
neste contacto, ocorrem as sincronicidades,que é um fenômeno ACAUSAL
mas que revelam vislumbres ou sinais de algo a qual estamos conectados,
como são acausais não se ligam a causas e efeitos mas sim ao eixo do
tempo que corre paralelo.

Jung nos falou deste fato, que aconteceu no seu consultório. Uma senhora estava a lhe relatar um sonho
com um tipo de besouro, próximo à família dos escaravelhos,
subitamente, um enorme besouro colidiu com a janela fechada do recinto.
Jung preparou todo estudo das sincronicidades, a partir deste fato.

Realmente o arquétipo, pertence à esfera psicóide do inconsciente, não me
alongarei nesta esfera, pois requer uma exposição longa e desenhos, o
que levaria a muitas digressões.

No processo da individuação, que é se tornar único, o acesso freqüente ao inconsciente
que isto impõe leva o indivíduo a confrontar sobremaneira com as
sincronicidades, quanto mais ele leva-las à consideração, mas o caminho
é percorrido.

Tudo nos mostra que este caminho está sendo percorrido nesta obra, pois leva a autora muito a sério as sincronicidades.

O caminho da individuação é único, mas quando o sujeito a ele se submete,
contagia como que “ressonância mórfica” alguns outros que estão prestes
a se preparar para o mesmo.

Agora, quando a autora diz que a vida é opressora, denota já se estar neste caminho, pois ele não
é fácil, e somente aqueles que possuem a coragem de sair do “rebanho” e
tornar-se único é que pode percorrê-lo. Não se trata de elitismo, mas
de uma escolha.

Vamos agora alçar o vôo para o título - “A casa do mundo em mim” na apresentação da obra - Este é um ponto de conexão muito forte, diria
mesmo, quase beirando a uma “epifania”, pois o que simboliza a casa em
Cristina Guedes? – o corpo, o arquétipo do mundo, do materno, do
abrigo, do recolhimento, da volta as origens, e tantos mais, mas
Cristina foi além do aspecto do ego quando diz “para a casa do mundo.
Ao isto declarar, ela foi do existente ao transcendente, ainda mais,
ela convida – Entre nesta casa e não serás mais a mesma (pessoa).

Vejamos, a língua francesa que é uma língua muito racional mostra a casa num
sentido muito diferente das outras línguas. Quando se diz – “estou em
casa”, em Francês, é–“ je suis chez moi “ - numa tradução ao
pé da letra seria – estou comigo mesma, mas é claro que esta não seria
a verdadeira tradução para o livro de Cristina Guedes, e sim – estou em
casa . É necessário refletir sobre isto.

Realmente este livro não é um simples manual de Tarologia ou apenas de poesias, é um compêndio
sério onde corpo e alma são representados como iguais.

A autora fala de lembranças que pareciam sepultadas, claro ela as ressuscitou através do caráter numinoso do inconsciente!

Quando ela diz que passou de criatura terminal à criatura inicial, sem medo de
imperfeições... vejo aí uma fênix a renascer das cinzas, pois o
numinoso é tal qual a GRAÇA, ele purifica e ressuscita!

Na análise junguiana, tanto como na psicanálise, o objetivo é trazer à luz
da consciência o que está no inconsciente, e então, Cristina mesma diz
que o estudo que fez no compêndio é a “história de um inconsciente bem sucedido” “Um inconsciente que se realiza para poder existir perante o mundo” Outra assertiva sua que comprova o que foi dito-“esta vida que ninguém sabe viver, mas que se vive mesmo assim, e se realiza!...”

Je suis chez moi – Cristina Guedes! Entrei em mim mesma e me elevei ao nível universal , como individuo único, tornando-me universo.”

Eis a mensagem para todos nós do teu livro e que agora é do mundo.

Yvone Pessoa Nogueira - Psicanalista e Analista Junguiana.

Profa. de Lit. Francesa - Mestra em Lit. Francesa em STRASBOURG –FRANCE

Dra em Física - CANADA






Casa do Mundo no Reino dos Arcanos de Cristina Guedes

Os deuses querem vozes para se perpetuar!


Por: Socorro Xavier

A escritora, jornalista e taróloga Cristina Guedes está a mil anos luz
das vanguardistas femininas, não obstante não é feminista nem radical,
nem alucinada terrestre. Autora de artigos de teor holístico, místico,
mitológico e cultural... E mesmo no Jornalismo revela o espírito de um
eu profundo, penetrante de uma mulher ultra moderna que conhece a alma
feminina mais antiga; busca longe, as raízes do comportamento feminino
de ontem e de hoje.

Mulher deslumbrante, inteligência fulgurante, percepção aguda e veloz do universo feminino, enfim humano.
Desenvolta e elegante no falar e agir, sabe se pontuar na hora certa.
Eclética, híbrida, mulher que deseja e sonha sempre!

Cristina procura desenvolver nas mulheres através dos seus canais de
comunicação, o auto-conhecimento, se espelha em arquétipos míticos para
explicar muitos liames do ser feminino e humano em geral. Já estive em
muitas das suas reuniões.

E assim nós mulheres vamos criando nossos símbolos para novo processo de reinvenção da vida.

Nela atravessamos muitos rios e corremos riscos de nos embrenhar na densa
mata para encontrar a erva elixir da vida. Ao ler os originais deste
livro de Cristina Guedes, encantei-me com a originalidade do seu tema,
o mistério do seu imaginário com as coisas do espírito e da psique
entrelaçados, o calor da emoção e amorosidade com que fala dos
arquétipos do Tarô, sua valia para entender o comportamento simbólico
dos humanos.

Apesar de um tema hermético, ela o faz com estilo suave, versos de sensibilidade ímpar, passa pelo filtro do
simbólico se misturando como real, abstração dos devaneios, coerência
figurativa, desfechos surpreendentes.

Através do Tarô a autora procura contemplar a alma humana, cheia de belezas e deslizes.
Fora tocada pelo etéreo e se derrama em conhecimentos ecléticos e
inspiração poética para falar da Casa do Mundo e seu reino pleno de
arcanos. Dialoga com seus arquétipos e transfere-os ao publico leitor.
A autora mostra mais uma vez ao lançar este livro, sua inquestionável
destreza de escritora com temática e estilo sui generis.

Caldeirão eclético de miríades sapiências seculares que se transpõem para o hoje
sedimentado, explorado e exteriorizado assim é o livro A Casa do Mundo no Reino dos Arcanos.
Este texto de Cristina Guedes às vezes pela profundidade torna-se
hermético, porém logo lampejos de luz incandescente torna clara ao
leitor seu discurso mítico, místico e cheio de percepções. Parece
esdrúxulo, mas singular, saboroso!

Nos Arcanos ali estão representados os reinos, as catedrais, os fetiches, venturas e
desventuras humanas. Reinos tão díspares, ambivalentes que apontam para
o mal e para ao bem, é só uma questão de livre arbítrio.

O mundo é uno e múltiplo.

Esta diversidade requer díspares interpretações. O mundo mítico, sagrado,
leigo. O mundo visto pelo ângulo científico, religioso e sob o realismo
fantástico. O mundo emana do sagrado, nós seres humanos também o somos.
É assim que concebe a escritora e taróloga Cristina Guedes. A mulher
como um ser latente ou pleno de sabedoria, de iluminação, portanto
extensão do divino no universo.

A culminância de prudência, força, temperança e justiça que a autora estabelece elos com
os bem-aventurados evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João.

A Casa do Mundo no Reino dos Arcanos é exterior e interior, existe vários caminhos convergindo para lá. Quem habitá-la terá uma luz extra, um religare eterno com o Deus e os deuses, portadores de gnoses profundas em busca do aperfeiçoamento do cosmos. Sem este religare o ser cai num vazio niilista!

A autora experienciou vida e vidas através da simbologia das Cartas do
Tarô, criando com elas uma cumplicidade que remonta a séculos de
existências pretéritas ali amalgamadas.

Esta vivência dotou a autora de uma suprema compreensão dos mistérios mitológicos da
vida que mereciam ser degustadas amorosamente, no momentâneo dos dias e
ao longo do tempo.

Arquétipos falaram-lhe lá no âmago através dos sentidos que tocam a alma do acontecido e do que poderá
acontecer, com intuição puxando a luz cósmica, um sol nascer!

Este livro não é um guia de Tarô, é muito mais, reflexões, compreensão
simbólica do homem numa crescente sincronicidade como os fenômenos que
o cerca, aqui autora invoca a psicanálise Junguiana, quando diz “só a vida simbólica expressa a necessidade de alma”.

As mudanças requeridas como viver, terminam libertando as amarras
inconscientes, dando sentido o ser em sua desejada plenitude humana, no
seu comportamento psíquico intrincado a ser desvendado porões abismais.
A perspicaz autora ressuscita seres e lembranças ocultas que amplia seu
leque de compreensão múltipla a perceber elementos do espírito e da
psique entrelaçados num todo complexo e harmônico em busca do auto
conhecimento.

Das Cartas do Tarô Cristina Guedes vislumbra interpretações as mais herméticas e paradoxais, que ajuda não
obstante o entendimento do ser holístico em peregrinação a sua
plenitude, emanação de Deus, que dispensa abundância, amor, harmonia e
felicidade. Sob uma semiótica cosmogônica que se transfere para seus
poemas simbólicos aqui epigrafados, vai singrando mares tempestuosos e
ou sublimes conforme direção e o apontar de caminhos pela sutileza do
eu profundo.

A natureza humana dotada de dubiedade, do humano e do divino não prescinde da Casa do Mundo no Reino dos Arcanos, pois lá se encontram mistérios entre o céu e a terra, segundo Shakeaspeare ou Dante em sua Divina Comédia.

O mundo é uma arena que para o ser não se desnortear tem que se
fortalecer no espírito com suas várias nuances. Através do seu mergulho
profundo com os Arcanos a autora faz retrospectiva interior de volta ao
inconsciente milenar, deixando o aqui e agora circunstancial para uma
apreensão abissal dos comportamentos racionais e subjetivos que compõe
os seres no mundo material. E assim ela vivencia e concebe o Tarô como
um guia profundo, uma bússola entre o consciente e o inconsciente com
idas e vindas intermináveis entre passado, presente e futuro. Como o
faz no poema em que ela escreve sobre o Eremita, uma alegoria do ego
reformado pelo tempo:

O Velho unificado – Arcano IX

“Detenham o Eremita!”

De acordo com Jung ele personifica o caos que nos habita:

- Eremita, uma figura alquimista.

- Eremita, uma intensidade que arrisca.

Por isso eu vi o mundo nos olhos do Eremita

E vi nos olhos o mundo do Eremita

O forro do seu manto é azul-celeste

E no seu mongismo, fulgor é o que ele veste

Tanta ternura e amor ele investe

E nos leva embevecidos

Aos píncaros da comunhão

O Eremita surge em impetuosas preces

Alarmantemente num cajado em borbotão

Seu cenário é o universo que te serve

E em rosário se vislumbra sua missão

O Eremita tem em si uma tela

Fulgurante, cintilante, bela

Uma barba que arrebata e nos transporta

Em arquétipo qualquer decreto eu possa.

De um jeito ou de outro

O Eremita barbudo não é o louco

Mas retrata sua resposta aos homens ocos

Em modernas celebrações do homem novo.

Todavia, por estar realmente só

A relação com seu Ego é bem menor.

Cristina estabelece um vínculo amoroso com o que faz nesses versos e se
reconhece no velho barbudo como uma consultora transmissora de um saber
onírico e poderoso na busca do infinito conhecimento humano, que
caminha para um triunfo ou trunfo glorioso como no Arcano 21 - O Mundo!

A autora pontua: “ O Senhor através de sabedoria fundou a Terra; através de compreensão estabelece os céus”.

A autora fala ainda do sexto sentido da mulher, que perdoa, se emociona e
vive mais intensamente o amor vivendo neste século um processo de
auto-conhecimento não tão fácil quanto às que brincam em procedimentos
ululantes da mídia comum, mas aqui a autora tenta caminhar pra um ponto
de equilíbrio, quando afirma “nem estrela, nem deusa, nem erva daninha e nem macaca australophitecus desenfreada”. E que deve saber também escutar o masculino.

A incógnita dos arquétipos, o mistério fascina e leva a buscas díspares e
nisto está a riqueza do caminho desse livro, opções a escolher no texto
de Cristina Guedes. Assim são as lâminas do Tarô e assim são as frases
de Cristina. Ali estão presentes filosofias e intuições junguianas,
alquimias, segredos e surpresas do desconhecido, nas trilhas do
autoconhecimento todos somo um, nestas investidas vai-se evoluindo em
aprendizagem constante que possibilita uma cosmovisão e cosmogonia
ampla no infinito caminho de expiação dessa totalidade. Como no Arcano
11 a autora dilata essa força nesses versos numinosos.

Expiação do Leão - Arcano XI

(agarrado pela mão)

Inflamou-me a Força

aquela que precisou matar-me

na boca.

Impacientei-me com Ela

soltei minha fera

deixei-a louca.

Lutei com dez touros

salvei dez bezerros

amei dez carneiros.

Agora engolido

vivo metido

no homem cordeiro.

Os sentidos e os agires humanos segundo a autora estão ali representados
na simbologia do Tarô e da Vida, que a cada sol e lua ela se empenha em
redescobrir e decodificar novos cenários cósmicos, de entidades
imortais, vigorosas, iridescentes.

O homem, essência do universo, conhecimento inexaurível em torno de si conectado a terra
pela lei da atração, não obstante não prescinde dos mistérios do
religares aos céus. Cristina Guedes passando interiormente por várias
metamorfoses, transcende em interpretações da Casa do Mundo
onde reinam os Arcanos cheios de vida, talentos e vícios humanos, que
se abrem com o propósito de libertação. Este livro, sua linguagem é
plena de poesia, mesmo quando em prosa, borbulham imagens líricas,
sensibilidade, deleite espiritual feminino ao tratar de um tema milenar
e tão Renascentista. A obra encanta, brilha e seduz compulsivamente,
torna-o lúdico com a composição de poemas brincando e fazendo exegese
com as cartas, coroa o tema poeticamente.

Aí se perfilam em versos o Louco, O Mago, A Sacerdotisa, A Papisa, a Imperatriz e
outros arcanos simbólicos do tarô. A escritora Cristina Guedes ao
manifestar esta obra oferece ao público tanto leigo quanto
especializado, algo inédito, impactante, algo hermeneuticamente
plausível de se estudar, de se adentrar, de mansinho que seja e ou com
um terceiro olhar.

Parabéns Cristina pelas bem sucedidas investidas neste mundo holístico possivelmente quântico, tão rico e
surpreendente, multidisciplinar-vidente!

Parabéns amiga e inconfundível escritora, perscrutadora e orientadora do ser feminino!

Sempre partilhas das alegrias e dores destes seres buscadores de luz e ao
mesmo tempo ricos de experiências singulares em sua volta, que
enriquecem o vasto oceano que é o interior feminino de todos os tempos
e todos os lugares deste planeta ainda desconhecido que é a terra!

Singras com destemor e amorosidade levando consigo, companheiros e companheiras de travessias por empatia que o destino traçou!

Socorro Xavier –

Escritora e poeta. Diversos livros lançados pelo Nordeste, entre eles, “Penso
Logo Insisto”, Edit Idéia. È graduada em História pela UFPE e
pós-graduada em História Antiga e Medieval, além de especialização em
Métodos e Técnicas de Ensino Superior e Economias




Introdução



Existe uma Casa que nos conduz para um encontro. Existe uma Casa interior e
mais intensa. Existe uma Casa da linda moradia de viver o lado de fora,
sentindo o lado de dentro...

Alguns a vivem no coração das suas relações. Outros a vivem no amor, no mistério, no desejo ou na
compreensão do mais próximo. Nos caminhos dessa Casa, existe uma outra
Casa maior, mais sábia, mais inspiradora, e a mais consciente, no
impensável Ser.

Nessa Casa fiquei e conheci outras moradas. E conhecê-las é conhecer-se a si mesmo e não fugir das nossas mais vivas
perguntas. Assim, quando você fizer do dois o um, do baixo o alto, do
masculino e do feminino um só...

Então você terá o mais natural acontecendo. Você terá olhos nos seus olhos, mãos em suas mãos,
pés nos seus pés e por isso entrará em A Casa do Mundo - no Reino dos
Arcanos.


Yvone Pessoa Nogueira - Psicanalista e Analista Junguiana.
Profa. de Lit. Francesa - Mestra em Lit. Francesa em STRASBOURG –FRANCE
Dra em Física - CANADA
Socorro Xavier –
Escritora e poeta. Diversos livros lançados pelo Nordeste, entre eles, “Penso
Logo Insisto”, Edit Idéia. È graduada em História pela UFPE e
pós-graduada em História Antiga e Medieval, além de especialização em
Métodos e Técnicas de Ensino Superior e Economias
Eis um dos Tarots de minha coleção particular. Folhas douradas e fundos em
alto relevo, uma bela homenagem a Alessandro di Mariano Filipepi, nosso
inesquecível Sandro Botticelli. Importante artista italiano do
Renascimento que em plena juventude se interessou a estudar as figuras
arquetípicas em seus desenhos. Dando volume,beleza, graça e
criatividade. Tudo porque este era um período que o Homem buscava
conexão com o Divino através da pintura, da literatura e das artes. Não
devemos perder nosso lado renascentista e nem o nosso Castelo de
Asgard. Esse Tarot é muito arborizado, intenso e adequado aos leitores
experientes em símbolos.Realmente impressionante e aqui você remete a
linda imagem de Vênus, uma deusa humanita, ou seja, da cultura
florentina da época.

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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