Anjo de Luz

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Havia um homem chamado Nicodemos, líder dos judeus, do partido dos fariseus.

Para compreensão da mensagem de Cristo precisamos entender o que quer dizer "líder dos judeus, do partido dos fariseus". Partido não era político porque a política em Israel era a religião. Os fariseus eram um grupo de pessoas que acreditavam na religião a partir de determinadas verdades. Desta forma, o partido dos fariseus era na verdade um segmento religioso composto por determinadas verdades dentro do judaísmo.

Todos os grupos religiosos daquela época baseavam-se nos ensinamentos de Moisés, mas cada um deles tinha uma forma de professar a sua crença, de entender os ensinamentos. É como hoje: existem diversas religiões que se dizem cristãs, mas cada uma tem um caminho para chegar a Cristo. É desta forma que existiam os fariseus e os outros grupos "políticos".

 


Uma noite ele foi visitar Jesus e disse: Nós sabemos que o Senhor é um mestre enviado por Deus, pois ninguém pode fazer esses milagres se Deus não estiver com ele.

Jesus respondeu: Eu afirmo ao senhor que ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo.

Para os espíritas esse ensinamento de Jesus Cristo é a prova da reencarnação. Para eles o ensinamento do Mestre de que “é preciso nascer de novo” quer dizer que "todos devem reencarnar". A partir dos diversos “nascimentos” o espírito alcançaria a pureza necessária para chegar ao reino do céu.

Essa é uma verdade universal, mas esse ensinamento em si não quer dizer isso. Aqui não pode haver uma afirmação de Cristo relacionada a reencarnação se olharmos para quem o mestre estava falando.

Os fariseus acreditavam na reencarnação e, portanto, Cristo não precisava ensinar para um mestre desse grupo sobre a existência dessa verdade universal. Dessa forma, o ensinamento do Mestre deve ir além, ou seja, ensinar ao Mestre o que ele ainda não sabia.

Como pode um homem velho nascer de novo? - perguntou Nicodemos. Será que pode voltar para a barriga da sua mãe e nascer outra vez?

Jesus disse: Eu afirmo que ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do espírito.

A pergunta de Nicodemos reforça nossa tese. Os fariseus conheciam a reencarnação, mas não tinham a compreensão da técnica desse processo. A pergunta do mestre dos fariseus revela que ele compreendeu nos ensinamentos de Cristo a afirmação da comprovação da reencarnação e quer saber como se dá esse processo.

Quando o espírito está preso aos conhecimentos materiais é necessário que existam comparações nesses conhecimentos para o entendimento das técnicas espirituais. Sem essa base material, não há como compreender a técnica espiritual.

O povo da época de Nicodemos nada conhecia sobre a fecundação, gestação e funcionamento do corpo como um todo. Assim, o mestre fariseu está pedindo a Cristo explicações sobre o processo técnico do retorno do homem velho à barriga da mãe.

O mestre não dá essa explicação, mas afirma que é preciso nascer da “água e do espírito” para ver o reino do céu. A resposta de Jesus Cristo ensina ao mestre fariseu que não é pela reencarnação (volta à barriga da mãe) que o espírito pode ver o reino do céu, mas sim pelo renascimento a partir do “espírito e da água”.

Dessa forma, só se pode entrar no reino do céu (felicidade) quando se renascer da "água e do espírito". A reencarnação não é o caminho, mas o renascimento.

Nascer do espírito é compreender a vida carnal a partir de valores espirituais. O ser humano se vê como carne, vê o mundo como matéria, compreende os objetos, pessoas e acontecimentos desse mundo a partir de valores materiais. Imagina-se capaz de reinar absoluto sobre o mundo.

A esse processo foi dado o nome de reforma íntima. Renascer é matar o homem velho (ser humano) e renascer na forma de um homem novo, que possua a compreensão da sua existência dentro da integração com o todo universal. Apenas reencarnar não garante essa transformação.

Cada vez que o ser reencarna se transforma em um ser humano, pois ao longo da infância e juventude aprende a compreender a sua existência sob o prisma material. Na verdade, a reencarnação é apenas uma nova oportunidade que Deus dá ao espírito para que ele faça o renascimento.

Foi isso que Jesus Cristo ensinou ao mestre dos fariseus. A crença de Nicodemus achava que apenas a reencarnação constante já era uma garantia da elevação espiritual. O Mestre, ao não contradizer Nicodemos, concordou com a reencarnação, mas afiançou que o reino do céu só seria alcançado por aquele que, nas suas reencarnações, conseguisse o renascimento.

Em outro ensinamento, Jesus Cristo afirmou que apenas quando o ser humano for como uma criança entrará no reino do céu. Este outro ensinamento explica o que é renascer em vida: transformar-se em uma criança. Dessa forma, precisamos conhecer as diferenças entre um homem velho e uma criança para entender o renascimento.

A criança não entenda nada da vida material. Não imagina saber o que outra pessoa está pensando, mas o homem velho sabe. O homem velho tem certeza absoluta dos motivos que o levou a agir de determinada forma. Acredita conhecer as verdades individuais das pessoas. Uma criança acata os acontecimentos da vida, mas o homem velho se imagina em condições de brigar contra tudo e todos, inclusive ele mesmo.

É isso que Jesus ensinou a Nicodemos. Não adianta renascer constantemente, pois só quando o espírito abandonar as suas certezas, as suas verdades, aquilo que diz para si mesmo que tem certeza do que está acontecendo, é que irá ver o reino do céu. Ou seja, conhecerá a verdade das coisas.

O reino do céu não é um espaço físico, mas pode ser representado por um conjunto de essências que se aplica às coisas materiais. A essência de um objeto, pessoa ou acontecimento é a sua função. Todas as coisas existentes possuem uma função universal ou essência universal.

Essa função é determinada por Deus, mas o ser humano, o ser universal que se acredita potente, não compreende essa essência. Por isso, imagina-se com o poder de determinar a essência de cada uma delas. Desta forma ele cria a essência individual. Dependendo da interpretação que cada ser faz do objeto, acontecimento ou pessoa, as coisas possuem essências diversas.

O reino do céu é o conjunto de essências que universaliza as pessoas, objetos e acontecimentos, ou seja, espelha a essência universal enquanto que o “inferno” caracteriza-se pelo conjunto individualizado de essências que o ser humano aplica às coisas.

Aplicando o reino do céu a uma casa ela se transforma em um abrigo. A sua casa fará parte do reino do céu quando ela for um abrigo dado por Deus. Enquanto houver a compreensão individual (minha casa), ela precisará ser individualizada. Pintura, decoração e asseio individualizarão a casa separando-a do resto do universo.

O seu irmão universal (outro espírito) só será o seu irmão quando você alcançar o reino do céu. Enquanto você estiver preso na visão material (individualista) os demais seres humanos serão capazes de lhe ofender, de lhe machucar, de não fazer as coisas da forma que quer.

É deste renascimento que Jesus está falando. É preciso que o ser humano renasça (abra mão do seu ilusório poder de determinar a essência das coisas) para encontrar Jesus. Renascer para o mundo espiritual e abandonando o mundo material.

É este renascer que todos os espíritos um dia (alguma encarnação) terão que fazer. Terão que mudar a forma de ver as coisas. Entender a essência universal das pessoas, objetos e acontecimentos e não “ver” mais a essência individual. Cada coisa acontece ou existe por um motivo determinado pelo Pai e, na hora que o ser entender essa essência, compreenderá a verdade universal.

Dentro desta nova visão, ao invés de acusar o outro de praticar algo, o ser compreenderá que o entendimento é apenas uma essência que o ele próprio colocou no acontecimento. O ato praticado pelo próximo possui uma essência universal que é dada por Deus. Pela magnitude de Suas propriedades o entendimento perfeito da essência escapa ao ser.

O renascimento, alteração da compreensão das essências dos acontecimentos, não é mudar o que “acha”, mas declarar-se incompetente para poder atribuir qualquer essência a eles. A partir dessa impotência, o ser pode receber de Deus a perfeita compreensão.

Isto é que Cristo ensinou com a frase “precisa nascer de novo”. Cada ser humano precisa abandonar as verdades que tem, as verdades falsas. A capacidade de gerar verdades nunca levou o ser à felicidade universal. Você está aí, velho, com muitos anos de vida, e vem agindo da mesma forma todos estes anos, mas, será que conseguiu ver o reino do céu (ser feliz incondicionalmente)? Por que não?

Porque não se mudou por dentro, porque não abandonou o falso poder de atribuir essência às coisas. Apesar de estar buscando a felicidade as pessoas e as coisas continuam o ferindo. Não espere as coisas mudarem-se: mude as coisas dentro de você.

Enquanto a essência do carro for determinada pelos seus conceitos de beleza, o carro “feio” que você possui não lhe trará felicidade. Quando se penetrar na função universal de um carro (meio de transporte) qualquer um lhe trará felicidade. Para isso é preciso mudar a essência e não o carro.

Até hoje todos os ensinamentos que a espiritualidade trouxe ao planeta foi no sentido da mudança interna de cada um, mas o ser humano, que se imagina perfeito, utilizou esses ensinamentos para mudar os outros. Quando alguém pratica um ato que você entende como fruto de uma soberba, essa compreensão é apenas sua. A essência da pessoa é outra, mas você, por ter seus desejos individuais feridos, atribuiu esse valor à pessoa.

Essa será a diferença do mundo atual para o novo. As pessoas não virarão "santos" (praticarão atos “bons”), mas cada um continuará sendo o que é. Aquele que verá os acontecimentos é que se mudará. Não mais haverá a acusação, pois haverá a compreensão de que tudo no universo é Perfeito, Justo e Amoroso. A essência “boa” ou “má” das coisas depende de cada um, por isso são individualistas.

Mantendo a sua essência individualista é impossível viver em um mundo melhor. Essa essência lhe faz apontar erros nos outros e, por isso, a vida será composta sempre por motivos para ser infeliz. Entretanto, quem disse que você pode determinar o que é “certo” ou “errado”? Quem lhe deu o poder determinar uma essência que tenha que ser seguida por todos no universo?

Compreendendo a sua impotência de determinar a ação universal que resulte na elevação espiritual (felicidade incondicional) o ser não atirará a primeira pedra que começará uma guerra. Quando o ser humano vê o outro como errado, a acusação é como atirar a primeira pedra. Pela lei da ação e reação (Deus dá a cada um de acordo com as suas obras) expõe-se a receber uma pedrada. Aí existe a guerra.

A alteração da compreensão da essência das coisas com a impotência de determinar o que está acontecendo leva ao fim do julgamento, crítica e punição. Ao invés de atirar pedras no irmão, o ser buscará ajudá-lo. A única ajuda que um ser pode dar ao próximo é amá-lo.

Isto é o nascer de novo. É ressurgir do espírito e da água que purifica das impurezas (essência individuais). Nascer novamente nessa mesma existência, pois o abandono das convicções que possui transformará o ser humano em um novo homem. Suas ações e compreensões serão diferentes do que foi até então.

Por isso Cristo disse: vai ser preciso para se ver o reino do céu nascer de novo. Nascer agora como espírito. Não importa a idade cronológica da matéria, mas vai nascer para ser espírito santo, filho de Deus, irmão de Jesus. Viverá em uma grande comunidade (universo), em uma grande festa chamada amor. Este é o novo mundo.

 

"A pessoa nasce fisicamente de pais humanos, mas nasce espiritualmente do espírito de Deus. Por isso não se admire de eu dizer que todos precisam nascer de novo. O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que faz, mas não sabe de onde vem nem para onde vai."

 

(Nota: em grego a palavra espírito quer dizer tanto "vento" como "espírito")

Neste trecho Cristo fala da Causa Primária das coisas. O vento sopra, você ouve o barulho, mas não sabe de onde vem nem para onde vai: a sua vida não é assim? Você anda (se locomove), faz barulho (grita e sofre muito), mas não sabe de onde veio nem o que vai acontecer depois. O que nasce do espírito, o que nasce da água que purifica, sabe para onde vai, como o vento também: para onde Deus mandar.

Enquanto o ser imaginar-se como o comandante do navio (corpo humano) que usa, encontrará rochedos pela frente. Baterá em cada um deles porque não possui o mapa da região que está andando. Este mapa é o seu livro da vida. Você não sabe o que está escrito nele, o que lhe espera amanhã, hoje antes de acabar esta leitura, como quer comandar alguma coisa?

O vento vem não sabe de onde e vai não sabe para onde. Você vê tudo isso acontecer com a sua vida, mas acha que existe fenômeno climático material que determina a direção para onde o vento irá. Quando o vento causa destruições, acusa os fenômenos climáticos materiais de ter sido o causador das destruições.

Entretanto, o vento é “soprado” por Deus. É o Senhor do universo que determina a direção e a intensidade da tempestade.

Que Deus injusto o que deixou acontecer tempestades na sua vida. Entretanto, Ele não deixou: fez acontecer. É Deus quem empurra o vento de um lugar para outro, pois Ele é a Causa Primária de todas as coisas. Da mesma forma tudo que acontece com você Ele não deixar, mas faz acontecer daquela forma. É Deus quem empurra você de um lugar para o outro, de um pensamento para outro.

Você hoje pode estar na glória hoje, mas amanhã, sem nenhum controle da situação, chegará ao no fundo do poço. Se tivesse tanto controle da sua vida nunca sairia da glória. Mas os poços (situações que Deus comanda e as quais são atribuídas essências individualistas) estão aí para você cair.

Cristo disse aos professores da lei que eles são cegos por acham que podem ver. Enquanto você achar que pode determinar a essência das coisas será cego. Por isso não vê o buraco do poço e cai nele indo para o fundo. Se tivesse a visão espiritual (essência universal) não cairia nele. A impotência de determinar a essência das coisas é como se dar a volta nos poços da vida.

É isso que Cristo quis dizer: o vento sabe de onde vem e para onde vai porque é empurrado por Deus. Ao não buscar um determinado caminho, o vento caminha dentro da realidade universal. Na hora que você for espírito saberá de onde vem e para onde vai porque será empurrado por Deus e não mais pelo seu "eu".

 

Como pode ser isso? perguntou Nicodemos.

Jesus respondeu: O senhor é um professor da do povo de Israel e não entende isso? Pois eu afirmo seguinte: nós falamos aquilo que sabemos e contamos o que temos visto, mas vocês não querem aceitar a nossa mensagem.

A afirmação de Jesus a Nicodemos (“o senhor é um professor da lei e não sabe disso”) é importante. Os ensinamentos abordados nesse texto estão escritos nos textos sagrados de todas as religiões. Todos os Mestres da humanidade chamam os seres a seguirem Deus, submeterem-se a Ele. Nenhum ensinamento afirma que Deus deve submeter-se ou seguir você. Por que então os religiosos não fazem o que o Mestre da sua religião fala? Porque àqueles que se dizem professores dessa lei não ensinam dessa forma.

Eles querem dirigir a religião como se fossem capazes de fazer isso sozinho. Eles mandam você submeter-se a Deus, glorificar o Pai, mas se acham capazes de dirigir a vida deles e, principalmente, a religião que é de Deus. Por isso Jesus pergunta: o senhor que é mestre não entende isso?

Na Bíblia Sagrada existe uma série de posturas de religiosos da época que Jesus “condenou”. Infelizmente, muitos dirigentes de religiões que se dizem cristãs não observaram esse texto. Através dessas “condenações”, Jesus Cristo conclama os dirigentes religiosos a fugirem do individualismo e penetrarem na realidade universal: Deus e Sua ação.

Mas, Cristo vai mais além: "nós falamos aquilo que sabemos e contamos o que temos visto". Os Mestres enviados por Deus não individualizam a essência dos acontecimentos, mas se submetem constantemente aos desígnios de Deus para se universalizar.

Pegue qualquer mensagem de Buda, de Maomé, ou de qualquer mensageiro de Deus e veja se o renascimento aqui comentado não está ensinado dessa forma. Vamos analisar, por exemplo, uma mensagem de Emmanuel, grande espírito trabalhador da falange espírita.

 

NAS CRISES

Estarás talvez diante de algum problema que te parece positivamente insolúvel? Não acredites que a fuga te possa auxiliar. Pensa nas reservas de força que jazem dentro de ti e aceita as dificuldades como se apresentam.

O que foi dito nesta última frase? Para de chorar (aplicar essências individualistas que são contrariadas) e use o amor que está dentro de você para “aceitar as dificuldades”. Apesar disso, como reage o ser humano? Não aceita. Revolta-se, critica, acusa todas as pessoas que aparecem na sua frente.

Quando aparece um problema, ao invés de aceitar, ou seja, reagir com amor para universalizar a essência, sai gritando com todos, mesmo aqueles que não causaram a situação. Para o individualista todos são culpados do seu problema, mesmo quem nunca teve nada a ver com o assunto.

Aceite as dificuldades, aceite que aquilo está acontecendo a partir da Causa Primária de todas as coisas (ação universal com Inteligência Suprema, Justiça Perfeita e Amor Sublime). Isso é agir com amor. Essa nova compreensão acabará com as acusações.

Mas, o que leva o ser humano a reagir com acusações e críticas? A sua discordância dos acontecimentos. Quando a sua compreensão é de que a sua justiça e o seu amor próprio foram quebrados, o ser humano precisa agredir o culpado para proteger-se. Quer ser vítima, se apresentar como vítima, para que os outros tenham pena e dó. Para os seres humanos isto é o amor.

Acusa, critica para demonstrar o quanto sofre, o quanto é coitado, como Deus é injusto por acontecerem estas coisas ele. Emmanuel está avisando: essa não é a ação corretas crises, mas sim aceita-las da forma que são. E o que é aceitar as coisas? É reagir a todos os acontecimentos com alegria, compaixão e igualdade.

 

Não é esse o ensinamento do Espiritualismo Ecumênico Universal; não é isso que Emmanuel está falando?

 

Não abandones a tua possibilidade de trabalhar e continua fiel a teus próprios deveres.

Continua fiel à universalidade. Não abandona a hora que você tem que mostrar para Deus o que veio fazer aqui. É nesta hora que tem mostrar o que aprendeu: é o seu trabalho. O que você veio fazer, ou seja, trabalhar, é amar as coisas que acontecem na sua vida. Os componentes do amor universal são essência de todas as coisas.

Mas, você abandona o trabalho, ou seja, o amor, e perde a oportunidade que Deus está lhe dando para provar que aprendeu a viver no mundo Dele. Perde esta oportunidade reagindo individualmente, não aceitando as situações que o destino lhe traz.

 

Assume as responsabilidades que lhe diz respeito. Evita comentar os aspectos negativos das provações que atravessa. Ora, mas ora com sinceridade, pedindo a proteção de Deus em favor de todas as pessoas envolvidas no assunto que te preocupa, sejam elas quem for.

É assim que você reza? Ou você quer na sua oração mostrar para Deus tudo de mal que estão fazendo para você? O espírito ora ao Pai pedindo a proteção para aqueles que lhe trazem problemas, mas você, que também é espírito, mas não se vê como, é capaz disso?

Não, reza para você mesmo. Ora falando com o Pai para mostrar quanta injustiça acontece diariamente com você, como é vítima. Pede o socorro para você e não para o outro.

 

Retirado de: www.meeu.com.br

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Co-criando A NOVA TERRA

«Que os Santos Seres, cujos discípulos aspiramos ser, nos mostrem a luz que
buscamos e nos dêem a poderosa ajuda
de sua Compaixão e Sabedoria. Existe
um AMOR que transcende a toda compreensão e que mora nos corações
daqueles que vivem no Eterno. Há um
Poder que remove todas as coisas. É Ele que vive e se move em quem o Eu é Uno.
Que esse AMOR esteja conosco e que esse
PODER nos eleve até chegar onde o
Iniciador Único é invocado, até ver o Fulgor de Sua Estrela.
Que o AMOR e a bênção dos Santos Seres
se difunda nos mundos.
PAZ e AMOR a todos os Seres»

A lente que olha para um mundo material vê uma realidade, enquanto a lente que olha através do coração vê uma cena totalmente diferente, ainda que elas estejam olhando para o mesmo mundo. A lente que vocês escolherem determinará como experienciarão a sua realidade.

Oração ao Criador

“Amado Criador, eu invoco a sua sagrada e divina luz para fluir em meu ser e através de todo o meu ser agora. Permita-me aceitar uma vibração mais elevada de sua energia, do que eu experienciei anteriormente; envolva-me com as suas verdadeiras qualidades do amor incondicional, da aceitação e do equilíbrio. Permita-me amar a minha alma e a mim mesmo incondicionalmente, aceitando a verdade que existe em meu interior e ao meu redor. Auxilie-me a alcançar a minha iluminação espiritual a partir de um espaço de paz e de equilíbrio, em todos os momentos, promovendo a clareza em meu coração, mente e realidade.
Encoraje-me através da minha conexão profunda e segura e da energia de fluxo eterno do amor incondicional, do equilíbrio e da aceitação, a amar, aceitar e valorizar  todos os aspectos do Criador a minha volta, enquanto aceito a minha verdadeira jornada e missão na Terra.
Eu peço com intenções puras e verdadeiras que o amor incondicional, a aceitação e o equilíbrio do Criador, vibrem com poder na vibração da energia e na freqüência da Terra, de modo que estas qualidades sagradas possam se tornar as realidades de todos.
Eu peço que todas as energias e hábitos desnecessários, e falsas crenças em meu interior e ao meu redor, assim como na Terra e ao redor dela e de toda a humanidade, sejam agora permitidos a se dissolverem, guiados pela vontade do Criador. Permita que um amor que seja um poderoso curador e conforto para todos, penetre na Terra, na civilização e em meu ser agora. Grato e que assim seja.”

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